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Quinta soul no Teatro da Caixa

Arquivo Geral

29/01/2004 0h00

Quem ficou com gostinho de quero mais depois da apresentação de Jair Oliveira no ano passado pelo Projeto Uma Quinta Por Mês – ao lado do grupo de percussão Afro Rio – poderá matar a vontade hoje à noite. O cantor é a atração do Projeto Quinta Solo, no Teatro do Conjunto Cultural da Caixa.

Jair estará sozinho no palco, com a companhia apenas do seu violão. “Gosto de apresentações assim, por ter mais liberdade. Às vezes, posso tocar uma música que não tinha ensaiado”, explica.

No repertório, muitas das suas composições. Canções dos três álbuns dessa nova fase da carreira de Jair (3.1, Disritmia e Outro) e outras inéditas, que ele ainda não gravou. “Eu componho muito. Sempre tenho novas músicas. Além das minhas, incluirei algumas de novos compositores amigos, como Max de Castro”, revela o músico. Seu último disco, 3.1 é marcado por parcerias. Dentre elas, podemos citar as diferentes visões, métodos e canções de artistas como Tom Zé, Arnaldo Antunes, Daniel Carlomagno, Otto, Dom Betto e Andres Soto.

Jair tenta com isso estimular a valorização dos artistas brasileiros, dos jovens compositores e da produção atual. “Precisamos ouvir mais a nova geração da música brasileira. Temos dado muito valor às regravações, o que tira o espaço de novos talentos”, explica. “É por isso que faço questão de tocar músicas novas, especialmente nesse tipo de show. Dá para ver de cara se o público gostou ou não”, afirma Jair.

Sua carreira de produtor continua a mil. Ele acaba de finalizar um trabalho com o músico Tom Zé e está trabalhando na produção do próximo disco de Luciana Mello, sua irmã. “O lançamento será ainda nesse semestre o álbum está a cara dela”, adianta Jair.

A abertura do show do filho de Jair Rodrigues será feita pela cantora Carine Corrêa.

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    29/01/2004 0h00

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    Jair estará sozinho no palco, com a companhia apenas do seu violão. “Gosto de apresentações assim, por ter mais liberdade. Às vezes, posso tocar uma música que não tinha ensaiado”, explica.

    No repertório, muitas das suas composições. Canções dos três álbuns dessa nova fase da carreira de Jair (3.1, Disritmia e Outro) e outras inéditas, que ele ainda não gravou. “Eu componho muito. Sempre tenho novas músicas. Além das minhas, incluirei algumas de novos compositores amigos, como Max de Castro”, revela o músico. Seu último disco, 3.1 é marcado por parcerias. Dentre elas, podemos citar as diferentes visões, métodos e canções de artistas como Tom Zé, Arnaldo Antunes, Daniel Carlomagno, Otto, Dom Betto e Andres Soto.

    Jair tenta com isso estimular a valorização dos artistas brasileiros, dos jovens compositores e da produção atual. “Precisamos ouvir mais a nova geração da música brasileira. Temos dado muito valor às regravações, o que tira o espaço de novos talentos”, explica. “É por isso que faço questão de tocar músicas novas, especialmente nesse tipo de show. Dá para ver de cara se o público gostou ou não”, afirma Jair.

    Sua carreira de produtor continua a mil. Ele acaba de finalizar um trabalho com o músico Tom Zé e está trabalhando na produção do próximo disco de Luciana Mello, sua irmã. “O lançamento será ainda nesse semestre o álbum está a cara dela”, adianta Jair.

    A abertura do show do filho de Jair Rodrigues será feita pela cantora Carine Corrêa.

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