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Nos tempos da brilhantina

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Ela chega a Brasília com apenas três anos de idade. Aqui passou toda a infância e fez várias amizades. Desenvolveu seus talentos de canto e participou de musicais. Na Universidade de Brasília, iniciou o curso de Artes Cênicas. Em 2001, decidiu tentar a vida artística em São Paulo.

A aposta deu certo. Em abril, a atriz brasiliense Paula Capovilla estréia no musical americano Grease, que abre temporada no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo.

O musical da Broadway, que revive os tempos da brilhantina, será dirigido por Christina Trevisan. O espetáculo resgata os anos 50, época marcada pela transformação na música e pela mudança de comportamento de uma geração.

Grease fez tanto sucesso que foi parar no cinema em 1978, com Jonh Travolta e Olivia Newton-John atuando nos papéis principais.

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Paula Capovilla integra um elenco de 24 atores e oito músicos. Entre os atores mais conhecidos estão a ex-integrante do Trem da Alegria Amanda Acosta e o cantor Afonso Nigro, do antigo grupo Dominó.

A personagem de Paula é a vilã Rizzo. “Ela é muito ousada e está à frente das meninas de seu tempo”, comenta. “É a chefe da turma e não suporta meninas certinhas.”
Para construir a personagem, Paula buscou elementos em materiais da época e no filme Grease. Os ensaios também têm sido intensos: 12 horas por dia. Toda a equipe tem aulas diárias de canto e expressão corporal. “Busco dentro de mim algo que funcione para o personagem”, explica Capovilla.

Para ingressar no elenco de Grease, a brasiliense concorreu com 400 pessoas e ficou entre os 22 artistas selecionados. “Foi maravilhoso. Todo artista de musicais sonha em fazer Grease”, comenta. “Além de ser uma superprodução, é um espetáculo divertido e traz uma bandeira de alegria.”
Essa é a terceira vez que Paula participa de adaptações de musicais da Broadway. O primeiro foi Les Miserables, e o segundo, Godspel, no qual ela foi convidada para atuar sob a direção de Miguel Falabella.

Em Brasília, Paula cantava na Associação Coro Feminino e Masculino de Brasília. Também subiu muitas vezes no palco do Teatro Nacional, onde apresentou Jesus Christ Superstar e Disney Songs (uma coletânea de músicas da Disney).

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Ex-moradora do Lago Norte, Paula estudou no Colégio Cecap. Era caseira e costumava reunir-se com amigos para ver filmes. Também gostava de curtir os agitos do Café da Rua 8. “Matar saudades de Brasília, só uma vez por ano”, conta Paula, que é modesta e diz que só está começando. “Estou apenas no início de minha carreira. Mas estou aprendendo muito com ótimos profissionais em São Paulo.”


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Ela chega a Brasília com apenas três anos de idade. Aqui passou toda a infância e fez várias amizades. Desenvolveu seus talentos de canto e participou de musicais. Na Universidade de Brasília, iniciou o curso de Artes Cênicas. Em 2001, decidiu tentar a vida artística em São Paulo.

A aposta deu certo. Em abril, a atriz brasiliense Paula Capovilla estréia no musical americano Grease, que abre temporada no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo.

O musical da Broadway, que revive os tempos da brilhantina, será dirigido por Christina Trevisan. O espetáculo resgata os anos 50, época marcada pela transformação na música e pela mudança de comportamento de uma geração.

Grease fez tanto sucesso que foi parar no cinema em 1978, com Jonh Travolta e Olivia Newton-John atuando nos papéis principais.

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Paula Capovilla integra um elenco de 24 atores e oito músicos. Entre os atores mais conhecidos estão a ex-integrante do Trem da Alegria Amanda Acosta e o cantor Afonso Nigro, do antigo grupo Dominó.

A personagem de Paula é a vilã Rizzo. “Ela é muito ousada e está à frente das meninas de seu tempo”, comenta. “É a chefe da turma e não suporta meninas certinhas.”
Para construir a personagem, Paula buscou elementos em materiais da época e no filme Grease. Os ensaios também têm sido intensos: 12 horas por dia. Toda a equipe tem aulas diárias de canto e expressão corporal. “Busco dentro de mim algo que funcione para o personagem”, explica Capovilla.

Para ingressar no elenco de Grease, a brasiliense concorreu com 400 pessoas e ficou entre os 22 artistas selecionados. “Foi maravilhoso. Todo artista de musicais sonha em fazer Grease”, comenta. “Além de ser uma superprodução, é um espetáculo divertido e traz uma bandeira de alegria.”
Essa é a terceira vez que Paula participa de adaptações de musicais da Broadway. O primeiro foi Les Miserables, e o segundo, Godspel, no qual ela foi convidada para atuar sob a direção de Miguel Falabella.

Em Brasília, Paula cantava na Associação Coro Feminino e Masculino de Brasília. Também subiu muitas vezes no palco do Teatro Nacional, onde apresentou Jesus Christ Superstar e Disney Songs (uma coletânea de músicas da Disney).

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Ex-moradora do Lago Norte, Paula estudou no Colégio Cecap. Era caseira e costumava reunir-se com amigos para ver filmes. Também gostava de curtir os agitos do Café da Rua 8. “Matar saudades de Brasília, só uma vez por ano”, conta Paula, que é modesta e diz que só está começando. “Estou apenas no início de minha carreira. Mas estou aprendendo muito com ótimos profissionais em São Paulo.”


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