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Montaria de Eriberto era moto

Arquivo Geral

30/05/2004 0h00

Eriberto de Castro Leão Monteiro é paulistano, do signo de Gêmeos, tem 1,81 metro, 74 quilos e um belo par de olhos verdes. Começou carreira na TV na novela O Amor está no Ar (1997), participando também de Serras Azuis, da Band (1998), e Marcas da Paixão (2000), da Record. Como cria de teatro, o ator resolveu tirar um tempo para o palco. “Fiz vários espetáculos com os diretores José Possi Neto (Evangelho Segundo Jesus Cristo) e Antonio Abujamra (As Bruxas de Blair). Estava precisando voltar à minha base”, diz Eriberto.

Apesar de ser urbano, o ator diz que passou parte de sua vida indo para o campo. “Sempre viajei para o interior de São Paulo e o lado rural mexe comigo. Meu pai tem casa no interior, que é bem caipirona. Só não andava a cavalo, minha montaria era a moto”, conta o ator, que sentiu uma certa dificuldade no sotaque. “Tem de ser orgânico, verdadeiro. Na verdade, todo brasileiro encontra o caipira dentro dele porque o Brasil é rural”, analisa o ator.

Solteiro, Eriberto disfarça quando o assunto é sedução. “Quando se é verdadeiro, consegue-se seduzir. A pessoa não precisa se esforçar para isso”, filosofa. Mas logo comenta que tem uma pessoa que é dona de seu coração há muito tempo: Suzana Alves, a eterna Tiazinha. “O amor é bem maior que a presença física. É por si só.”

Na trama, Tomé vive praticamente o contrário do que está acontecendo com Tobias. Enquanto o outro peão é apaixonado por uma moça que não o quer, este não está nem aí para Tina (Maria Flor): anda de olho é na irmã dela. Se “Deus dá o frio conforme o cobertor”, eles que cuidem desse carma.

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    30/05/2004 0h00

    Eriberto de Castro Leão Monteiro é paulistano, do signo de Gêmeos, tem 1,81 metro, 74 quilos e um belo par de olhos verdes. Começou carreira na TV na novela O Amor está no Ar (1997), participando também de Serras Azuis, da Band (1998), e Marcas da Paixão (2000), da Record. Como cria de teatro, o ator resolveu tirar um tempo para o palco. “Fiz vários espetáculos com os diretores José Possi Neto (Evangelho Segundo Jesus Cristo) e Antonio Abujamra (As Bruxas de Blair). Estava precisando voltar à minha base”, diz Eriberto.

    Apesar de ser urbano, o ator diz que passou parte de sua vida indo para o campo. “Sempre viajei para o interior de São Paulo e o lado rural mexe comigo. Meu pai tem casa no interior, que é bem caipirona. Só não andava a cavalo, minha montaria era a moto”, conta o ator, que sentiu uma certa dificuldade no sotaque. “Tem de ser orgânico, verdadeiro. Na verdade, todo brasileiro encontra o caipira dentro dele porque o Brasil é rural”, analisa o ator.

    Solteiro, Eriberto disfarça quando o assunto é sedução. “Quando se é verdadeiro, consegue-se seduzir. A pessoa não precisa se esforçar para isso”, filosofa. Mas logo comenta que tem uma pessoa que é dona de seu coração há muito tempo: Suzana Alves, a eterna Tiazinha. “O amor é bem maior que a presença física. É por si só.”

    Na trama, Tomé vive praticamente o contrário do que está acontecendo com Tobias. Enquanto o outro peão é apaixonado por uma moça que não o quer, este não está nem aí para Tina (Maria Flor): anda de olho é na irmã dela. Se “Deus dá o frio conforme o cobertor”, eles que cuidem desse carma.

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