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Mais que um bom moço

Arquivo Geral

03/07/2005 0h00

Assim que recebeu o primeiro bloco de capítulos de Essas Mulheres, da Record, Gabriel Braga Nunes tremeu. Depois disso, se trancou em casa por duas semanas para decifrar cada emoção de Fernando Seixas, seu primeiro protagonista na carreira. “Olhei aquela papelada e pensei: Caraca! Não vou conseguir decorar isso tudo”, confessa o ator. Gabriel não só decorou como também fez de Fernando um homem sensível na medida certa. Em cena Gabriel, demonstra maturidade para lidar com os altos e baixos do personagem. “O que mais acho bacana dessa novela é a contínua evolução desse amor romântico. É isso que procuro

imprimir a ele”, teoriza.

Esta semana, Fernando finalmente se casa com o amor de sua vida, Aurélia, papel de Christine Fernandes. Mas nem de longe vai conseguir ter a paz de espírito necessária para viver uma agradável relação. “Eles são apaixonados um pelo outro, mas ao mesmo tempo têm coisas para resolver. Há ressentimentos e muito orgulho”, observa Gabriel.

Aurélia praticamente compra o marido. Oferece a ele um dote milionário e passa a trazer Fernando no cabresto. “Não é um casamento por interesse. O dote era perfeitamente normal naquele época”, defende o ator, que antes de aceitar o trabalho, refletiu muito. “Tinha coisas engatilhadas. Deixei de fazer um filme e duas peças, que também eram muito importantes para a minha carreira”, justifica

O fator determinante para Gabriel largar os trabalhos já agendados e a sua casa no Rio de Janeiro foi o fato de pela primeira vez na carreira de 15 anos viver o tipo bom moço da história. Até então, o belo ator parecia atrair tipos de caráter distorcido. Mas não menos charmosos, como o vampiro Victor, de O Beijo do Vampiro, seu último trabalho longo numa novela da Globo. “Não sei se as mulheres que hoje gostam do Fernando são mais comportadas do que aquelas que gostavam de mordida de vampiro”, brinca ele, com um ar sedutor peculiar.

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    imprimir a ele”, teoriza.

    Esta semana, Fernando finalmente se casa com o amor de sua vida, Aurélia, papel de Christine Fernandes. Mas nem de longe vai conseguir ter a paz de espírito necessária para viver uma agradável relação. “Eles são apaixonados um pelo outro, mas ao mesmo tempo têm coisas para resolver. Há ressentimentos e muito orgulho”, observa Gabriel.

    Aurélia praticamente compra o marido. Oferece a ele um dote milionário e passa a trazer Fernando no cabresto. “Não é um casamento por interesse. O dote era perfeitamente normal naquele época”, defende o ator, que antes de aceitar o trabalho, refletiu muito. “Tinha coisas engatilhadas. Deixei de fazer um filme e duas peças, que também eram muito importantes para a minha carreira”, justifica

    O fator determinante para Gabriel largar os trabalhos já agendados e a sua casa no Rio de Janeiro foi o fato de pela primeira vez na carreira de 15 anos viver o tipo bom moço da história. Até então, o belo ator parecia atrair tipos de caráter distorcido. Mas não menos charmosos, como o vampiro Victor, de O Beijo do Vampiro, seu último trabalho longo numa novela da Globo. “Não sei se as mulheres que hoje gostam do Fernando são mais comportadas do que aquelas que gostavam de mordida de vampiro”, brinca ele, com um ar sedutor peculiar.

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