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Máfia japonesa vai ao folhetim

Arquivo Geral

18/04/2004 0h00

Com pouco mais de um mês no ar, Metamorphoses (segunda a sexta, 20h15, Record), tem tudo para incomodar a concorrência. E isso tem a ver com o fato de ser uma trama diferente das outras em vários aspectos. Começa por ser toda digitalizada, com imagens de efeito igual ao do cinema. Mas é seu argumento que a diferencia dos demais produtos do gênero.

A trama principal alterna mergulhos na ética médica e na ficção. A cirurgiã plástica Circe (Ligia Cortez) é obrigada a trocar o rosto de ninguém menos do que o chefão da Yakuza, a máfia japonesa; após isso, claro, está marcada para morrer. Seu marido Mifuni (Kissei Kumamoto), que até então omitira o fato de pertencer à organização, entra em conflito interno e comete o suicídio, enquanto ela foge às pressas de Tóquio – onde havia ido passar a lua-de-mel – para o Brasil. Aqui chegando, sofre um acidente com sua meia-irmã, a também cirurgiã plástica Lia (Vanessa Lóes), e esta morre – mas antes pede aos médicos que transfiram seu rosto para Circe, que, assim, não poderá ser reconhecida pela Yakuza.

Como uma pessoa que teve o rosto trocado pelo da irmã vai administrar a vida quando descobrir que a dona do semblante morreu e que ela, dada por morta, na verdade está mais viva do que nunca? Só assistindo para ver. Alguém já viu algo parecido na teledramaturgia?

Fora dessa espinha dorsal da trama, desenvolvem-se outras histórias que, cada uma à sua forma, vão tocar no tema Yakuza. Espionagem, traição, crimes e romances tórridos fazem parte dos complementos. É ou não é algo que rende?

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    A trama principal alterna mergulhos na ética médica e na ficção. A cirurgiã plástica Circe (Ligia Cortez) é obrigada a trocar o rosto de ninguém menos do que o chefão da Yakuza, a máfia japonesa; após isso, claro, está marcada para morrer. Seu marido Mifuni (Kissei Kumamoto), que até então omitira o fato de pertencer à organização, entra em conflito interno e comete o suicídio, enquanto ela foge às pressas de Tóquio – onde havia ido passar a lua-de-mel – para o Brasil. Aqui chegando, sofre um acidente com sua meia-irmã, a também cirurgiã plástica Lia (Vanessa Lóes), e esta morre – mas antes pede aos médicos que transfiram seu rosto para Circe, que, assim, não poderá ser reconhecida pela Yakuza.

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    Fora dessa espinha dorsal da trama, desenvolvem-se outras histórias que, cada uma à sua forma, vão tocar no tema Yakuza. Espionagem, traição, crimes e romances tórridos fazem parte dos complementos. É ou não é algo que rende?

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