O ator que destruiu alienígenas em Homens de Preto e salvou o mundo em Independence Day busca convencer com seu novo perfil: o do homem cuja principal preocupação é ser um bom amante. Will Smith é o astro de Hitch – Conselheiro Amoroso, que estréia hoje e traz o ator no papel de um “doutor do amor”, ou seja, um especialista em orientar homens solteiros a conquistar uma mulher. “Parece incrível, mas descobri que essa atividade não é tão incomum em Nova York. Conheci vários caras que trabalham nessa função”, explicou Smith que veio ao Brasil divulgar o filme, na semana passada, acompanhado de um séquito de 30 pessoas, dos quais quatro seguranças particulares.
“Confesso que é realmente muito bom participar de um filme em que não acontecem explosões e em que não sou obrigado a destruir ninguém”, disse Smith, ao lado da atriz americana de origem cubana, Eva Mendes, que interpreta a repórter de um jornal de fofocas, que acaba se apaixonando pelo consultor Smith. Andy Tennant, o diretor do filme, disse que os momentos mais estimulados foram os da reescrita do roteiro, o que acontecia quase todo dia de filmagem. “Era cansativo, mas conseguíamos cenas realmente espetaculares”.
Em Hitch – Conselheiro Amoroso a teoria de que é difícil encontrar alguém para se relacionar é explorada da forma mais cômica possível. Aqui, a maioria dos homens tem dificuldade de encontrar amor porque é difícil “ser você mesmo” quando o seu “eu” acha que você deveria ser uma outra pessoa. E é exatamente passando por este dilema que surge Hitch. Atuando como conselheiro tático especializado em primeiras impressões – ele organiza e dirige os três primeiros encontros amorosos de seu cliente – Hitch, secretamente, tem sido responsável por centenas de casamentos na cidade de Nova York. Eva Mendes co-estrela o filme como Sara, uma repórter de fofocas de um jornal tablóide que, depois de ter a chance de conhecer Hitch, descobre que sua vida profissional e pessoal se encontra em colisão. Ela faz Hitch reavaliar seu jogo e o ensina que o amor não se trata apenas de sentimento, mas sim de ação.