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Invasão de privacidade

Arquivo Geral

19/04/2004 0h00

É importante bater na mesma tecla: a imprensa esportiva do Brasil, principalmente a que atua nas mais importantes emissoras de rádio e televisão, precisa ter plena consciência do seu papel. A todo instante fala-se da violência nos estádios de futebol. O assunto faz por merecer especial atenção, porque lamentavelmente os choques entre torcidas se tornaram comuns em nosso país e até com certa freqüência choramos as suas vítimas. Todos nós pregamos uma cruzada antiviolência e, nesse aspecto, é importante a participação da imprensa esportiva. Não será invadindo a privacidade dos treinos e colocando irresponsavelmente no ar declarações ou provocações infelizes de jogadores e técnicos que essa violência será coibida. É preciso considerar as conseqüências. Ainda na semana passada, a simples divulgação e repercussão de uma frase do técnico Geninho mexeu simplesmente com as torcidas do Vasco e Flamengo, duas das maiores do Brasil e, particularmente, do Rio de Janeiro. Já disse e repito: ninguém aqui quer cercear o trabalho de ninguém, mas é preciso ter mais responsabilidade. Todo cidadão brasileiro tem o direito de ter preservado e respeitado o seu local de trabalho. O mesmo se aplica aos treinadores e jogadores de futebol. Nós, jornalistas, não gostaríamos de ver reveladas publicamente a intimidade das nossas redações.

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    19/04/2004 0h00

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