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Genes contra leucemia aguda

Arquivo Geral

20/04/2004 0h00

Pesquisadores americanos descobriram 133 genes indicativos dos tipos mais severos da leucemia miolóide aguda, o que pode ajudar os médicos a identificar pacientes que precisam de tratamento mais agressivo. A informação é de um estudo publicado no The New England Journal of Medicine. A leucemia mielóide aguda é a forma mais comum de leucemia em adultos. Para decidir como tratar os doentes, os médicos geralmente examinam em microscópio as células cancerígenas e levam em consideração a idade do paciente e o histórico da doença. Mas em alguns casos, isto não é suficiente para determinar qual o curso de tratamento a ser seguido. Os pesquisadores estudaram amostras tumorais de 116 adultos com leucemia mielóide aguda, examinando a atividade de 26.260 genes em cada amostra e descobriram dois padrões diferentes, que correspondem ao período de sobrevivência de muitos pacientes após terem a doença diagnosticada. Pacientes do primeiro grupo geralmente sobrevivem cerca de duas vezes mais do que os do segundo grupo. “Você não vê diferença entre estes cânceres em microscópio, mas quando olha para a sua expressão genética, são bem diferentes”, disse Jonathan Pollack, da Universidade de Stanford, que coordenou o estudo. Ele explicou que o perfil genético de um paciente pode ajudar os médicos a identificar os que precisam de tratamento mais agressivo.

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    20/04/2004 0h00

    Pesquisadores americanos descobriram 133 genes indicativos dos tipos mais severos da leucemia miolóide aguda, o que pode ajudar os médicos a identificar pacientes que precisam de tratamento mais agressivo. A informação é de um estudo publicado no The New England Journal of Medicine. A leucemia mielóide aguda é a forma mais comum de leucemia em adultos. Para decidir como tratar os doentes, os médicos geralmente examinam em microscópio as células cancerígenas e levam em consideração a idade do paciente e o histórico da doença. Mas em alguns casos, isto não é suficiente para determinar qual o curso de tratamento a ser seguido. Os pesquisadores estudaram amostras tumorais de 116 adultos com leucemia mielóide aguda, examinando a atividade de 26.260 genes em cada amostra e descobriram dois padrões diferentes, que correspondem ao período de sobrevivência de muitos pacientes após terem a doença diagnosticada. Pacientes do primeiro grupo geralmente sobrevivem cerca de duas vezes mais do que os do segundo grupo. “Você não vê diferença entre estes cânceres em microscópio, mas quando olha para a sua expressão genética, são bem diferentes”, disse Jonathan Pollack, da Universidade de Stanford, que coordenou o estudo. Ele explicou que o perfil genético de um paciente pode ajudar os médicos a identificar os que precisam de tratamento mais agressivo.

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