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Folia com o público gay

Arquivo Geral

08/02/2005 0h00

Sílvio Santos vem aí. Como a marchinha que anuncia o original, o sósia do Pânico na TV, acompanhado por seu fiel escudeiro Repórter Vesgo, está a mil para encarar a folia carioca. E vai começar justamente por onde os cariocas mais se esbaldam no Carnaval, ao lado de turistas de todo o planeta.

Na cola de Monique Evans, os dois vão cobrir hoje o baile mais purpurinado do Rio, o Gala Gay, no Scala. Já pensando nas fantasias e adereços da festa, o Repórter Vesgo Rodrigo Scarpa jura que não prepara antecipadamente as piadas, mas avisa que não vai deixar passar nada. Esta, afinal, é sua marca registrada.

“O legal das nossas reportagens é o improviso”, lembra. “É a gente ser surpreendido com elementos do momento e surpreender com o que surge na hora. Lá, vai ter gente com fantasia diferente, gringos, vai ser um prato cheio para fazer humor. A gente tira sarro de tudo, até de objetos. Não precisa ser famoso para fazermos piada. Basta ter umas pessoas que entrem na brincadeira”. E isso, ele sabe, é o que não costuma faltar nos lugares visados pela produção do controvertido programa.

E o que não vai faltar é gente querendo brincar com ele. “Acho que os gays gostam do Pânico”, brinca Rodrigo, que certa vez foi alvo do promoter David Brazil, que tentou beijá-lo no casamento de Angélica, mas fez questão de dizer depois que não costuma trocar selinhos com homens.

“A G Magazine uma vez disse que recebe muitos pedidos para colocar a galera do programa na revista”, continua o Repórter Vesgo. “Já até me chamaram para posar. Não tem nada a ver fazer. Se me oferecessem alguns milhões…”

Mesmo sabendo que, além de plumas e paetês, vai encontrar muito entrevistado musculoso pela frente, Vesgo não tem medo de confusão. “Nunca fui a um baile desses, não sei como é e não tenho a mínima noção de como vai ser, mas só sei que não vamos denegrir a imagem dos gays”, avisa, antecipadamente.

Nem poderia ser de outra forma: dadas as características invasivas desse formato de programa, só faltava o personagem tripudiar das preferências alheias. “O Pânico já brincou na Parada Gay de São Paulo e não tivemos problemas”, lembra Rodrigo, que já trabalhou no Carnaval. “Fui a Salvador pela Band, como o Corvo do programa do Marcos Mion”, diverte-se.

Brigas e reclamações públicas – como as de Luana Piovani, Victor Fasano e Luísa Tomé – são coisa do passado. Pelo menos é assim que ele prefere entender as coisas. “As pessoas descobriram nosso humor. Nas festas, tem muita gente que nos procura para ser entrevistada. Amadurecemos e fazemos hoje um humor sem agressão, só diversão”. Será que todo mundo que é abordado por ele pensa assim? Que o confira quem assistir ao programa de hoje.

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    Arquivo Geral

    08/02/2005 0h00

    Sílvio Santos vem aí. Como a marchinha que anuncia o original, o sósia do Pânico na TV, acompanhado por seu fiel escudeiro Repórter Vesgo, está a mil para encarar a folia carioca. E vai começar justamente por onde os cariocas mais se esbaldam no Carnaval, ao lado de turistas de todo o planeta.

    Na cola de Monique Evans, os dois vão cobrir hoje o baile mais purpurinado do Rio, o Gala Gay, no Scala. Já pensando nas fantasias e adereços da festa, o Repórter Vesgo Rodrigo Scarpa jura que não prepara antecipadamente as piadas, mas avisa que não vai deixar passar nada. Esta, afinal, é sua marca registrada.

    “O legal das nossas reportagens é o improviso”, lembra. “É a gente ser surpreendido com elementos do momento e surpreender com o que surge na hora. Lá, vai ter gente com fantasia diferente, gringos, vai ser um prato cheio para fazer humor. A gente tira sarro de tudo, até de objetos. Não precisa ser famoso para fazermos piada. Basta ter umas pessoas que entrem na brincadeira”. E isso, ele sabe, é o que não costuma faltar nos lugares visados pela produção do controvertido programa.

    E o que não vai faltar é gente querendo brincar com ele. “Acho que os gays gostam do Pânico”, brinca Rodrigo, que certa vez foi alvo do promoter David Brazil, que tentou beijá-lo no casamento de Angélica, mas fez questão de dizer depois que não costuma trocar selinhos com homens.

    “A G Magazine uma vez disse que recebe muitos pedidos para colocar a galera do programa na revista”, continua o Repórter Vesgo. “Já até me chamaram para posar. Não tem nada a ver fazer. Se me oferecessem alguns milhões…”

    Mesmo sabendo que, além de plumas e paetês, vai encontrar muito entrevistado musculoso pela frente, Vesgo não tem medo de confusão. “Nunca fui a um baile desses, não sei como é e não tenho a mínima noção de como vai ser, mas só sei que não vamos denegrir a imagem dos gays”, avisa, antecipadamente.

    Nem poderia ser de outra forma: dadas as características invasivas desse formato de programa, só faltava o personagem tripudiar das preferências alheias. “O Pânico já brincou na Parada Gay de São Paulo e não tivemos problemas”, lembra Rodrigo, que já trabalhou no Carnaval. “Fui a Salvador pela Band, como o Corvo do programa do Marcos Mion”, diverte-se.

    Brigas e reclamações públicas – como as de Luana Piovani, Victor Fasano e Luísa Tomé – são coisa do passado. Pelo menos é assim que ele prefere entender as coisas. “As pessoas descobriram nosso humor. Nas festas, tem muita gente que nos procura para ser entrevistada. Amadurecemos e fazemos hoje um humor sem agressão, só diversão”. Será que todo mundo que é abordado por ele pensa assim? Que o confira quem assistir ao programa de hoje.

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