Rogério Dragone pode nem ganhar o Big Brother Brasil 4, mas o título de participante mais estranho já é dele. Dragone trabalha há quatro anos no Cemitério da Lapa, em São Paulo, limpando túmulos e fazendo o replantio de flores e árvores. O ofício é uma tradição na família. Sua mãe, Vanir Aparecida, trabalha no mesmo cemitério há 20 anos.
Para complementar a renda – seu salário não chega a R$ 500 –, o participante toca numa banda na noite de São Paulo. E quando não está no palco ou no cemitério, Rogério, que é filho de pais separados desde criança, gosta de jogar capoeira.
“Eles são simples e muito trabalhadores. São pessoas do bem”, diz Etelvina Dragone, que só soube que o sobrinho estava no Big Brother, quando ele já estava confinado no hotel.
Para poder participar do programa, ele pediu licença do trabalho, onde atua como autônomo. Depois do BBB, poderá voltar à função.