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Era digital entra em pauta

Arquivo Geral

29/01/2004 0h00

A indústria fonográfica, reunida em Cannes até quarta-feira, no 38º Mercado Internacional do Disco e da Edição Musical (Midem), reconheceu que precisa adaptar-se urgentemente à era digital, sob pena de desaparecer. “O antigo modelo está morrendo”, declarou Peter Gabriel, um dos poucos artistas que percebeu desde o início a revolução cultural e econômica provocada pela entrada do disco na era digital. À frente da OD2 (Online Distribution), plataforma européia de distribuição de música pela Internet, o ex-vocalista do Genesis compreendeu rapidamente que o suporte material – simbolizado pelo CD – em breve pertenceria ao passado, sendo substituído pela difusão de música on-line. Em um primeiro momento, as grandes gravadoras (BMG, EMI-Virgin, Sony Music, Universal e Warner), que totalizam quase 90% do faturamento internacional do setor, tentaram frear essa tendência, acusando-a de estar caracterizada por uma oferta ilícita em massa. As gigantes da música atribuem ao que consideram pirataria grande parte da culpa pela crise que afetou a indústria fonográfica mundial no ano passado, com queda de 10% no faturamento em

relação a 2002.

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