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Eles são a cara do Curso de Verão

Arquivo Geral

19/01/2004 0h00

Os 776 alunos inscritos vivem para a música nesses dias. Espalhados pela escola de música, tocam durante todo o dia os mais variados instrumentos. Tubas, trompetes, saxofones e violinos. A variedade também inclui a origem dos alunos, que vieram dos quatro cantos do País.

É a terceira vez que o estudante Wellington Alves Medeiros, de 17 anos, vem para Brasília participar do Curso de Verão. Há sete anos estuda música, tocando trompete. Para ele, a qualidade e a experiência dos professores são enormes. “Os professores do Curso de Verão são a vitrine do Brasil. Aqui estão os melhores do País”, diz.

Wellington sonha com futuro relacionado com a música. Quer fazer faculdade de Música e quem sabe vir a ser professor do Curso de Verão. “É legal porque conhecemos gente do País inteiro na nossa área. É também uma maneira de valorizar a música brasileira”, conclui.

A banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju foi a revelação de 2003 e até se apresentou no palco alternativo do Brasília Music Festival. O saxofonista da banda, Paulo Rogério, de 31 anos, é um dos participantes do curso. “É sempre bom aperfeiçoar, trocar experiência com músicos de outros lugares. Ainda mais tendo aula com o grande Sérgio Galvão”, afirma.

De acordo com o saxofonista, a Móveis Coloniais de Acaju está em fase de pré-produção do CD, que deve ser lançado no meio deste ano. Além disso, Paulo toca na banda brasiliense Terminal Zero. “Toda experiência é válida. Quero aumentar meu conhecimento, convivendo com grandes músicos e diferentes estilos”, conclui.

Direto da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo, o instrumentista Eudes Ferreira da Cunha, de 26 anos, veio participar do curso para aprender ainda mais sobre a tuba. “Estudo música há seis anos, mas sempre tem alguma coisa nova para saber, uma técnica diferente”, diz Eudes, que também não quis ficar parado durante as férias. “Quero voltar a tocar no mesmo pique, não posso perder o ritmo”, explica.

As mulheres também marcam presença no curso. Às vezes em minoria, mas estão lá. Fernanda Viviane, de 13 anos, é a única aluna do curso de saxofone popular. Moradora de Brasília, é a primeira vez que participa do curso. Há dois anos estuda música e quer se tornar profissional. “Ser a única mulher da turma é um ponto de destaque. Tenho apoio dos meus pais e quero seguir uma carreira musical”, afirma.

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    É a terceira vez que o estudante Wellington Alves Medeiros, de 17 anos, vem para Brasília participar do Curso de Verão. Há sete anos estuda música, tocando trompete. Para ele, a qualidade e a experiência dos professores são enormes. “Os professores do Curso de Verão são a vitrine do Brasil. Aqui estão os melhores do País”, diz.

    Wellington sonha com futuro relacionado com a música. Quer fazer faculdade de Música e quem sabe vir a ser professor do Curso de Verão. “É legal porque conhecemos gente do País inteiro na nossa área. É também uma maneira de valorizar a música brasileira”, conclui.

    A banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju foi a revelação de 2003 e até se apresentou no palco alternativo do Brasília Music Festival. O saxofonista da banda, Paulo Rogério, de 31 anos, é um dos participantes do curso. “É sempre bom aperfeiçoar, trocar experiência com músicos de outros lugares. Ainda mais tendo aula com o grande Sérgio Galvão”, afirma.

    De acordo com o saxofonista, a Móveis Coloniais de Acaju está em fase de pré-produção do CD, que deve ser lançado no meio deste ano. Além disso, Paulo toca na banda brasiliense Terminal Zero. “Toda experiência é válida. Quero aumentar meu conhecimento, convivendo com grandes músicos e diferentes estilos”, conclui.

    Direto da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo, o instrumentista Eudes Ferreira da Cunha, de 26 anos, veio participar do curso para aprender ainda mais sobre a tuba. “Estudo música há seis anos, mas sempre tem alguma coisa nova para saber, uma técnica diferente”, diz Eudes, que também não quis ficar parado durante as férias. “Quero voltar a tocar no mesmo pique, não posso perder o ritmo”, explica.

    As mulheres também marcam presença no curso. Às vezes em minoria, mas estão lá. Fernanda Viviane, de 13 anos, é a única aluna do curso de saxofone popular. Moradora de Brasília, é a primeira vez que participa do curso. Há dois anos estuda música e quer se tornar profissional. “Ser a única mulher da turma é um ponto de destaque. Tenho apoio dos meus pais e quero seguir uma carreira musical”, afirma.

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