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Daniel sonha em casar. Só falta a namorada

Arquivo Geral

25/10/2003 0h00

Aos 35 anos, Daniel vive um momento saudosista, alegre e de reflexão. “Apesar de cantar o amor, não estou apaixonado”, lamenta. “Queria muito estar. Estou com vontade de casar e ter filhos”, confessa. “Só falta aparecer a pessoa certa.”

Além do trabalho com a música, uma das coisas que mais tem empolgado Daniel é a reativação do cinema de Brotas, sua cidade natal. “Esse local é muito especial para mim. Foi lá que eu comecei a cantar, aos 11 anos”, relembra. Outro momento marcante passado no local foi quando Daniel tocou pela primeira vez no seio da namorada. “Estávamos assistindo Lagoa Azul…”, conta. Desativado há 18 anos, o antigo prédio foi adquirido recentemente por Daniel, que fará uma reforma em breve. “Não quero nada chique, essas coisas que vem lá não sei de onde, da Itália… Quero uma coisa boa e resistente para transformar o edifício num centro cultural”, afirma.

Outra novidade sobre o cantor é o lançamento de sua autobiografia. A jornalista Ana Neiva, que escreveu a história da vida de Chitãozinho, está tocando o projeto. “Gosto dessa idéia porque terei algo para mostrar aos meus netos”, conta Daniel.

A segunda paixão de Daniel, o futebol (só perde para a música) continua na sua lista de prioridades. O projeto social Daniel Futebol Clube completou três anos e 52 partidas pelo Brasil. Nas cidades em que se apresenta, ele organiza uma pelada beneficente, cuja arrecadação vai para instituições de caridade. “Agradeço a Deus diariamente pela minha vida. Tenho que fazer algo pelos outros”, conclui.

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    Arquivo Geral

    25/10/2003 0h00

    Aos 35 anos, Daniel vive um momento saudosista, alegre e de reflexão. “Apesar de cantar o amor, não estou apaixonado”, lamenta. “Queria muito estar. Estou com vontade de casar e ter filhos”, confessa. “Só falta aparecer a pessoa certa.”

    Além do trabalho com a música, uma das coisas que mais tem empolgado Daniel é a reativação do cinema de Brotas, sua cidade natal. “Esse local é muito especial para mim. Foi lá que eu comecei a cantar, aos 11 anos”, relembra. Outro momento marcante passado no local foi quando Daniel tocou pela primeira vez no seio da namorada. “Estávamos assistindo Lagoa Azul…”, conta. Desativado há 18 anos, o antigo prédio foi adquirido recentemente por Daniel, que fará uma reforma em breve. “Não quero nada chique, essas coisas que vem lá não sei de onde, da Itália… Quero uma coisa boa e resistente para transformar o edifício num centro cultural”, afirma.

    Outra novidade sobre o cantor é o lançamento de sua autobiografia. A jornalista Ana Neiva, que escreveu a história da vida de Chitãozinho, está tocando o projeto. “Gosto dessa idéia porque terei algo para mostrar aos meus netos”, conta Daniel.

    A segunda paixão de Daniel, o futebol (só perde para a música) continua na sua lista de prioridades. O projeto social Daniel Futebol Clube completou três anos e 52 partidas pelo Brasil. Nas cidades em que se apresenta, ele organiza uma pelada beneficente, cuja arrecadação vai para instituições de caridade. “Agradeço a Deus diariamente pela minha vida. Tenho que fazer algo pelos outros”, conclui.

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