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Arquivo Geral

29/06/2005 0h00

O Aprendiz estreou e deve repetir ou até conseguir maior sucesso que a sua primeira edição. O programa é bom, interessante. Sempre mostrou possuir os ingredientes necessários para prender a atenção do grande público, incluindo os mais exigentes. Só tem uma coisinha: um erro elementar, inaceitável na tevê, está sendo cometido pelos seus realizadores: a chamada “inversão de eixo”. O telespectador não sabe o que é, nem tem a menor obrigação de saber, mas quando vê o programa sente que alguma coisa está errada. Incomoda. O problema está naquela sala de reuniões, onde o apresentador Roberto Justus recebe os diversos participantes. Com as câmeras colocadas nas laterais, em lados opostos da mesa e os cortes sendo feitos de uma para a outra, em planos fechados, dá impressão que as pessoas mudaram repentinamente de lugar. É uma coisa esquisita. Por várias vezes, o Justus aparece falando com uma pessoa à sua direita e, na troca de câmera, se tem a impressão que essa mesma pessoa passou para o seu lado esquerdo. Isso gera uma tremenda confusão na cabeça do telespectador. Guardadas as devidas proporções, é a mesma coisa de acionar uma câmera do outro lado do campo de futebol. Parece que as equipes trocaram de lugar. Trata-se de um problema que passou por pelo menos três pessoas: o diretor do programa, o diretor de tevê e o editor, que poderia ter corrigido essa inversão numa central de pós. As gravações estão bastante adiantadas em relação ao que está indo ao ar, mas ainda é tempo de sanar essa falha, na pior das hipóteses, numa ilha de edição. Para o bem do bom programa.

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