Para o autor, Alcides Nogueira, muitos aspectos presentes na minissérie estão garantindo o sucesso. “Acho que foi a combinação de fatos históricos, personalidades públicas e ficção. Muita coisa que não é contada nos livros está sendo mostrada em Um Só Coração, e isso desperta a curiosidade do público”. Como há a ficção permeando a história, a minissérie não ficou com cara de documentário. “Além disso, o elenco é espetacular, e a direção tem caprichado”, acredita o autor.
O encontro de Yolanda e Ciccillo vai ser marcado por um toque de comédia. “Vamos tratar o envolvimento deles com humor e sensibilidade. Trata-se de um amor mais maduro, que nasce entre duas pessoas já vividas”, explica Alcides.
As duas primeiras semanas de exibição de Um Só Coração, em janeiro, alcançaram a melhor média entre minisséries desde 99: Chiquinha Gonzaga bateu 28; A Muralha chegou a 31; A Casa das Sete Mulheres ficou em 30, enquanto Um Só Coração manteve 33.
“O Rodolfo é um personagem difícil e o Marcello Antony percebeu essas nuances. É muito bonito ver um ator se jogar com tudo na composição de seu personagem, como ele está fazendo. Gostamos muito do Erik Marmo e achamos profundamente injustas as críticas que ele recebeu”, diz. Para ele, trata-se de um jovem talentoso, atento ao trabalho e que defende muito bem Martim.
Antonietinha, sobrinha da verdadeira Yolanda, aprova Ana Paula Arósio: “Não perco um capítulo. Ana tem o sorriso da minha tia. E a minha avó Guiomar (Cássia Kiss) está fantástica”.