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A reabertura da Fábrica de Chocolate

Arquivo Geral

22/07/2005 0h00

A magia da indústria de guloseima de Willy Wonka volta para a telona depois de 34 anos. A segunda versão cinematográfica do best-seller de Roald Dahl, A Fantástica Fábrica de Chocolate, estréia hoje nos cinemas da cidade e, de primeira, já se pode imaginar a evolução da produção, uma vez que o diretor Tim Burton colocou mais de 30 anos de tecnologia à frente, em relação ao filme anterior, dirigido por Mel Stuart e lançado em 1971. No entanto, o longa é menos inocente que o primeiro, embora mantenha a magia do clássico infanto-juvenil e agrada tanto crianças como adultos.

O pequeno Charlie Bucket (Freddie Highmore) é um menino pobre e de bom coração que mora na vizinhança da extraordinária fábrica de Wonka (Johnny Depp). Ele vive com seus pais e quatro avós. Todos os dias ele enfrenta a mesma rotina: toma uma rala sopa de repolho no jantar e dorme admirando pela janela de seu quarto o grande empreendimento do confeiteiro de cartola. Mas chocolate, ele só come uma vez no ano, em seu aniversário.

A fábrica de Wonka está fechada há mais de 15 anos para visitação. Desde que espiões roubaram as receitas secretas, ninguém nunca mais entrou nem saiu de lá. Contudo, misteriosamente, a produção continuou e os produtos voltam a fazer sucesso no paladar dos pequenos.

Certo dia, Wonka mexe com a imaginação do mundo: cinco bilhetes dourados foram colocados em barras de chocolate e as crianças que os acharem passarão um dia conhecendo os segredos da fábrica. O guloso Augustus Gloop é o primeiro a achar; além da mimada Veruca Salt; a competidora Violet Beauregarde; e o mal-humorado e viciado em videogame Mike Teavee.

O quinto bilhete cai nas mãos de Charlie e seu avó Joe (David Kelly) fica tão feliz que pula da cama e relembra o tempo que foi funcionário da fábrica. Wonka recebe as crianças e os acompanhantes. Charlie, acompanhado do avô Joe, fica maravilhado com as máquinas, os doces e os Oompa-Loompas, pequenos homenzinhos que Wonka trouxe de Loompalândia e que trabalham na fábrica.

Apesar de a história ser a mesma, a nova produção é diferente do filme de 1971. A começar pelo título original. O primeiro é Willy Wonka and the Chocolate Factory e, agora, o nome do chocolateiro foi substituído pelo de Charlie. Johnny Depp dá vida ao mesmo esquisitão vivido por Gene Wilder nos anos 70, no entanto, um pouco mais rude e com um toque feminino. Na nova versão, Wonka ganha mais importância. Sua infância é passada em flashbacks, e mostra como seu vício por doces começou. Recriminado pelo pai (Christopher Lee), ele é expulso de casa para dar asas à liberdade de criar guloseimas.

Os Oompa-Loompas também apresentam um perfil diferente à produção original. Estão mais modernos, com roupas futuristas. A trilha sonora, por sua vez, não contempla tantos momentos musicais com os personagens e ganhou uma batida mais pop.

Esta é a segunda vez que Johnny Depp contracena com o ator mirim Freddie. Os dois protagonizaram o drama Em Busca da Terra do Nunca (2004). Uma parceria mais antiga é de Depp com o diretor Burton, que começou com Edward Mãos de Tesoura (1990) e se estendeu até A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (2000).

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    A reabertura da Fábrica de Chocolate

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    22/07/2005 0h00

    A magia da indústria de guloseima de Willy Wonka volta para a telona depois de 34 anos. A segunda versão cinematográfica do best-seller de Roald Dahl, A Fantástica Fábrica de Chocolate, estréia hoje nos cinemas da cidade e, de primeira, já se pode imaginar a evolução da produção, uma vez que o diretor Tim Burton colocou mais de 30 anos de tecnologia à frente, em relação ao filme anterior, dirigido por Mel Stuart e lançado em 1971. No entanto, o longa é menos inocente que o primeiro, embora mantenha a magia do clássico infanto-juvenil e agrada tanto crianças como adultos.

    O pequeno Charlie Bucket (Freddie Highmore) é um menino pobre e de bom coração que mora na vizinhança da extraordinária fábrica de Wonka (Johnny Depp). Ele vive com seus pais e quatro avós. Todos os dias ele enfrenta a mesma rotina: toma uma rala sopa de repolho no jantar e dorme admirando pela janela de seu quarto o grande empreendimento do confeiteiro de cartola. Mas chocolate, ele só come uma vez no ano, em seu aniversário.

    A fábrica de Wonka está fechada há mais de 15 anos para visitação. Desde que espiões roubaram as receitas secretas, ninguém nunca mais entrou nem saiu de lá. Contudo, misteriosamente, a produção continuou e os produtos voltam a fazer sucesso no paladar dos pequenos.

    Certo dia, Wonka mexe com a imaginação do mundo: cinco bilhetes dourados foram colocados em barras de chocolate e as crianças que os acharem passarão um dia conhecendo os segredos da fábrica. O guloso Augustus Gloop é o primeiro a achar; além da mimada Veruca Salt; a competidora Violet Beauregarde; e o mal-humorado e viciado em videogame Mike Teavee.

    O quinto bilhete cai nas mãos de Charlie e seu avó Joe (David Kelly) fica tão feliz que pula da cama e relembra o tempo que foi funcionário da fábrica. Wonka recebe as crianças e os acompanhantes. Charlie, acompanhado do avô Joe, fica maravilhado com as máquinas, os doces e os Oompa-Loompas, pequenos homenzinhos que Wonka trouxe de Loompalândia e que trabalham na fábrica.

    Apesar de a história ser a mesma, a nova produção é diferente do filme de 1971. A começar pelo título original. O primeiro é Willy Wonka and the Chocolate Factory e, agora, o nome do chocolateiro foi substituído pelo de Charlie. Johnny Depp dá vida ao mesmo esquisitão vivido por Gene Wilder nos anos 70, no entanto, um pouco mais rude e com um toque feminino. Na nova versão, Wonka ganha mais importância. Sua infância é passada em flashbacks, e mostra como seu vício por doces começou. Recriminado pelo pai (Christopher Lee), ele é expulso de casa para dar asas à liberdade de criar guloseimas.

    Os Oompa-Loompas também apresentam um perfil diferente à produção original. Estão mais modernos, com roupas futuristas. A trilha sonora, por sua vez, não contempla tantos momentos musicais com os personagens e ganhou uma batida mais pop.

    Esta é a segunda vez que Johnny Depp contracena com o ator mirim Freddie. Os dois protagonizaram o drama Em Busca da Terra do Nunca (2004). Uma parceria mais antiga é de Depp com o diretor Burton, que começou com Edward Mãos de Tesoura (1990) e se estendeu até A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (2000).

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