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A nova menina superpoderosa

Arquivo Geral

13/04/2004 0h00

Gosto é algo que não se discute. Na última semana de março, Luciana Gimenez levou ao seu programa (Superpop, transmitido pela Rede TV!, que em Brasília pode ser sintonizada pelo canal 56 em UHF) nada menos do que uma jovem querendo leiloar a virgindade. É mole?

O absurdo rendeu muitas críticas – e a apresentadora fez o que sempre faz quando se vê na berlinda: nem deu bola para as notas que saíram nos jornais. Afinal de contas, o programa conseguiu o que queria: ficou por 40 minutos em segundo lugar no Ibope.

“Quem não gosta pode mudar de canal”, ataca Luciana. “Mas não criamos nada, só mostramos o inusitado.” Toda semana, ela recebe o material que é publicado na imprensa sobre seu trabalho. E não esconde o tamanho do interesse que tem pelas críticas: “Quando chegam os papéis com o que foi publicado, o que mais importa para mim é o número total de páginas”.

Pelo jeito, tamanho desprezo – algo que nem artistas consagrados costumam apresentar – encontra eco na emissora: nenhum outro artista da RedeTV! tem tanto prestígio quanto Luciana. O Superpop superou o Eu vi na TV, de João Kléber, e lidera a audiência — e o faturamento — da Rede TV!, cuja marca mostra bem a razão do ponto de exclamação no final do nome.

“Luciana evoluiu em todos os pontos”, avalia Mônica Pimental, diretora artística da emissora. “Ela chegou ao Superpop no formato de pedra preciosa bruta a ser lapidada.” Ao que tudo indica, o conceito de Luciana por lá é o de uma verdadeira jóia.

Todo esse prestígio tem explicação. Luciana enfrenta grandes figurões da TV: de Hebe Camargo a Gilberto Barros. Por isso, a apresentadora recebe diariamente uma fita de vídeo com os melhores momentos dos concorrentes.

“Se você me perguntar quem eu tenho medo de enfrentar, eu digo: Big Brother”, afirma a apresentadora, que não se aflige com os boatos de que Adriane Galisteu, ex-apresentadora do Superpop, estaria saindo da Record para ter um programa diário no SBT: “Já concorri com ela diariamente, mas pena que agora só fica no ar por dois dias. Para mim não faz diferença. Não fico pensando em Galisteu”.

A trajetória mostra que, dentro dos padrões da emissora em que se encontra, Luciana cresceu e muito. Para quem começou com quatro pontos de audiência (em 2000, substituindo Adriane Galisteu), ela emplacou. Tem baixaria? Tem sim, senhor. E a audiência parece adorar.

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    13/04/2004 0h00

    Gosto é algo que não se discute. Na última semana de março, Luciana Gimenez levou ao seu programa (Superpop, transmitido pela Rede TV!, que em Brasília pode ser sintonizada pelo canal 56 em UHF) nada menos do que uma jovem querendo leiloar a virgindade. É mole?

    O absurdo rendeu muitas críticas – e a apresentadora fez o que sempre faz quando se vê na berlinda: nem deu bola para as notas que saíram nos jornais. Afinal de contas, o programa conseguiu o que queria: ficou por 40 minutos em segundo lugar no Ibope.

    “Quem não gosta pode mudar de canal”, ataca Luciana. “Mas não criamos nada, só mostramos o inusitado.” Toda semana, ela recebe o material que é publicado na imprensa sobre seu trabalho. E não esconde o tamanho do interesse que tem pelas críticas: “Quando chegam os papéis com o que foi publicado, o que mais importa para mim é o número total de páginas”.

    Pelo jeito, tamanho desprezo – algo que nem artistas consagrados costumam apresentar – encontra eco na emissora: nenhum outro artista da RedeTV! tem tanto prestígio quanto Luciana. O Superpop superou o Eu vi na TV, de João Kléber, e lidera a audiência — e o faturamento — da Rede TV!, cuja marca mostra bem a razão do ponto de exclamação no final do nome.

    “Luciana evoluiu em todos os pontos”, avalia Mônica Pimental, diretora artística da emissora. “Ela chegou ao Superpop no formato de pedra preciosa bruta a ser lapidada.” Ao que tudo indica, o conceito de Luciana por lá é o de uma verdadeira jóia.

    Todo esse prestígio tem explicação. Luciana enfrenta grandes figurões da TV: de Hebe Camargo a Gilberto Barros. Por isso, a apresentadora recebe diariamente uma fita de vídeo com os melhores momentos dos concorrentes.

    “Se você me perguntar quem eu tenho medo de enfrentar, eu digo: Big Brother”, afirma a apresentadora, que não se aflige com os boatos de que Adriane Galisteu, ex-apresentadora do Superpop, estaria saindo da Record para ter um programa diário no SBT: “Já concorri com ela diariamente, mas pena que agora só fica no ar por dois dias. Para mim não faz diferença. Não fico pensando em Galisteu”.

    A trajetória mostra que, dentro dos padrões da emissora em que se encontra, Luciana cresceu e muito. Para quem começou com quatro pontos de audiência (em 2000, substituindo Adriane Galisteu), ela emplacou. Tem baixaria? Tem sim, senhor. E a audiência parece adorar.

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