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A Amélia da versão terceiro milênio

Arquivo Geral

11/02/2005 0h00

Na década de 40, o compositor e ator Mário Lago imortalizou a personagem Amélia nos versos da canção Ai Que Saudades da Amélia, composta em parceria com Ataulfo Alves. Hoje, o nome que simboliza a mulher dedicada ao lar perde cada vez mais espaço graças à mudança de comportamento das mulheres. Sobre essas transformações é que fala o espetáculo Friziléia, protagonizado pela atriz Elizabeth Savalla, e em cartaz de hoje a domingo na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional. “Friziléia é uma Amélia moderna”, define a atriz.

A comédia se passa nos dias atuais e mostra a rotina de uma dona de casa que não teve opção de vida: por pressão dos pais, precisou se casar e abriu mão de seus sonhos para cuidar da casa e dos filhos. “O que muda é o final…”, antecipa Elizabeth. A trama se desenvolve num tempo imaginário de 24 horas. Sufocada com o cotidiano doméstico, Friziléia esbarra numa situação-limite que a leva a cogitar cometer suicídio. Essa Amélia do terceiro milênio assume radicalmente o papel de vítima e decide se matar para chamar a atenção.

Ainda no elenco, os atores Marcelo Escorel e Maria Esmeralda, que vivem, respectivamente, o esposo de Friziléia e a “adorável” sogra. O marido é um machista, que sempre briga com ela. A cada reconciliação, Friziléia ganha um vaso de violetas de pressente. O resultado é que uma parte da sala é tomada pelas flores.

A veterana Elizabeth Savalla retomou sua verve de comediante no teatro, após figurar na TV como a vilã Jezebel, em Chocolate Com Pimenta. Ela sempre foi mais ligada aos palcos do que dedicada à telinha. Sem trabalhos na televisão, a atriz volta a posar à frente da Companhia Savalla & Áttila – ao lado do dramaturgo Camilo Áttila. A montagem de Áttila e Luiz Campelo é dirigida por Luiz Arthur Nunes e volta a Brasília pelo Projeto Comédia em Cena 2005, que trará à cidade também as peças Uma Comédia Para Dois, com Nilton Pinto e Tom Carvalho; e As Mentiras que os Homens Contam, com Mário Gomes e Lilyá Virna.

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    A comédia se passa nos dias atuais e mostra a rotina de uma dona de casa que não teve opção de vida: por pressão dos pais, precisou se casar e abriu mão de seus sonhos para cuidar da casa e dos filhos. “O que muda é o final…”, antecipa Elizabeth. A trama se desenvolve num tempo imaginário de 24 horas. Sufocada com o cotidiano doméstico, Friziléia esbarra numa situação-limite que a leva a cogitar cometer suicídio. Essa Amélia do terceiro milênio assume radicalmente o papel de vítima e decide se matar para chamar a atenção.

    Ainda no elenco, os atores Marcelo Escorel e Maria Esmeralda, que vivem, respectivamente, o esposo de Friziléia e a “adorável” sogra. O marido é um machista, que sempre briga com ela. A cada reconciliação, Friziléia ganha um vaso de violetas de pressente. O resultado é que uma parte da sala é tomada pelas flores.

    A veterana Elizabeth Savalla retomou sua verve de comediante no teatro, após figurar na TV como a vilã Jezebel, em Chocolate Com Pimenta. Ela sempre foi mais ligada aos palcos do que dedicada à telinha. Sem trabalhos na televisão, a atriz volta a posar à frente da Companhia Savalla & Áttila – ao lado do dramaturgo Camilo Áttila. A montagem de Áttila e Luiz Campelo é dirigida por Luiz Arthur Nunes e volta a Brasília pelo Projeto Comédia em Cena 2005, que trará à cidade também as peças Uma Comédia Para Dois, com Nilton Pinto e Tom Carvalho; e As Mentiras que os Homens Contam, com Mário Gomes e Lilyá Virna.

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