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Bolsonaro: desenvolvimento da bioeconomia na Amazônia permitirá uso sustentável

O presidente destacou que a população da região amazônica precisa ser incluída nas cadeias de produção do País

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou nesta quinta-feira, 12, que o uso sustentável de recursos da região da Amazônia é “essencial para integração competitiva da economia brasileira”. Em participação gravada exibida no 39º Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), Bolsonaro destacou que a população da região amazônica precisa ser incluída nas cadeias de produção do País.

“Outro fator essencial para integração competitiva da economia brasileira é o desenvolvimento sustentável da nossa Amazônia. Por princípio ético e questão de justiça, os 20 milhões de cidadãos que lá vivem devem se integrados nas cadeiras de produção e do comércio exterior do Brasil”, declarou Bolsonaro.

O presidente ressaltou também que o governo já investe em projetos de desenvolvimento de bioeconomia no Brasil. “O desenvolvimento da bioeconomia na região amazônica, cujos os programas se encontram em processo de implementação, permitirá o uso sustentável dos inúmeros recursos da região”, emendou.

Após citar a Amazônia, o chefe do Executivo mencionou em seguida o desenvolvimento da indústria de defesa brasileira. “Estamos igualmente aperfeiçoando políticas de amparo às empresas da base industrial de defesa e segurança de forma a ampliar o acesso do setor aos mercados internacionais”, disse.

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Na terça-feira, 10, Bolsonaro defendeu ter “Forças Armadas preparadas” para proteger a Amazônia. No dia seguinte, o chefe do Executivo disse que “quando acaba a saliva tem que ter pólvora”, ao comentar possíveis barreiras comerciais impostas ao Brasil caso as queimadas na região amazônica não fossem contidas “A credibilidade de nosso governo reforça a imagem positiva da indústria de defesa brasileira”, disse.

No vídeo exibido no evento nesta quinta, o presidente afirmou ainda que um dos objetivos de sua gestão é ampliar parcerias na área de defesa. “Desde o início de 2019, o Brasil exportou cerca de R$ 1,7 bilhão em produtos e serviços de defesa. Nosso objetivo é aumentar ainda mais esse número nos próximos anos, a partir das parcerias que temos firmado”, acrescentou.

Estadão Conteúdo




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