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Saúde

Hran e Hospital de Base realizam 270 triagens fonoaudiológicas em Brasília

Ação envolveu profissionais da saúde e estudantes para identificar problemas vocais e promover cuidados com a voz.

Redação Jornal de Brasília

28/04/2026 14h18

Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF

Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF

Os Hospitais de Base de Brasília (HBDF) e da Asa Norte (Hran) realizaram 270 triagens fonoaudiológicas nos dias 23 e 24 de abril, com foco em queixas relacionadas à voz, como rouquidão persistente e cansaço ao falar.

A iniciativa contou com a participação de fonoaudiólogos da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e alunos dos cursos de fonoaudiologia das universidades de Brasília (UnB), Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (Uniplan) e Universidade Católica de Brasília (UCB).

Durante as consultas, foi aplicado um protocolo de rastreio desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa), que identifica sinais de desconforto vocal e possíveis disfonias. Pacientes com resultados positivos foram encaminhados para as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de referência para continuidade do atendimento.

Yonara Caetano, coordenadora da ação e fonoaudióloga do Hran especializada em voz, enfatiza a importância de investigar qualquer desconforto vocal. “A voz precisa ser emitida facilmente e sair limpa. Se há força para falar ou certa rouquidão, é um sinal de alerta. Esses problemas indicam que algo não vai bem no corpo”, alerta. Ela também recomenda cuidados como hidratação das pregas vocais, aquecimento e desaquecimento vocal, e uso dentro dos limites confortáveis, evitando extremos de tom ou volume.

No HBDF, a fonoaudióloga Anne Paz, do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), destaca que a voz envelhece como outras funções do corpo e pode sofrer alterações devido a cirurgias, doenças ou uso inadequado, necessitando de acompanhamento.

Uma das beneficiadas foi Edicleide Gonçalves, de 39 anos, que participava de uma consulta de rotina no Hran e elogiou a iniciativa. “Para mim, essa foi uma experiência interessante. Eu sempre falo assim: ‘A voz é o mais importante, Deus me livre de eu ficar sem falar!’ Sou muito conversadeira”, relatou.

Com informações da Secretaria da Saúde

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