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Brasil

Wagner defende nova CPMF para financiar a saúde

Arquivo Geral

28/09/2011 13h55

O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), defendeu hoje (28) a criação de um imposto sobre movimentações financeiras para financiar a saúde pública no País. O petista, porém, propôs que o tributo seja cobrado para operações acima de R$ 3 mil, o que, segundo ele, atingiria cerca de 10% da população brasileira.

“A manutenção da saúde é cara e acho que a melhor forma é ter um imposto seletivo, que seria uma CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) acima de R$ 3 mil, o que deve atingir 10% da população”, afirmou, em entrevista coletiva após proferir palestra no Grupo de Líderes Empresariais (Lide), na capital paulista.

De acordo com o governador baiano, sem essa nova receita o orçamento do governo federal fica “apertado” por conta do encarecimento dos custos do setor. “A procura pela saúde tem aumentado, o mercado está aquecido, o que encarece o custo com médicos, por exemplo”, explicou. “Estranhei que o Parlamento não queira encarar essa discussão porque depois todo mundo vai ficar reclamando de mais verba para a saúde.”

Wagner disse estar tranquilo quanto as contas da Bahia caso a Emenda 29 seja aprovada pelo Senado. Pela regra, Estados devem investir 12% de seu orçamento na saúde e municípios, 15%. “Estou à vontade porque a Bahia investe mais que os 12%, coloca 13,8% na saúde. A regulamentação da Emenda 29 para nós não terá nenhum problema”, afirmou.

Wladimir D’Andrade

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    Arquivo Geral

    28/09/2011 13h29

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    “A manutenção da saúde é cara e acho que a melhor forma é ter um imposto seletivo, que seria uma CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) acima de R$ 3 mil, o que deve atingir 10% da população”, afirmou, em entrevista coletiva após proferir palestra no Grupo de Líderes Empresariais (Lide), na capital paulista.

    De acordo com o governador baiano, sem essa nova receita o orçamento do governo federal fica “apertado” por conta do encarecimento dos custos do setor. “A procura pela saúde tem aumentado, o mercado está aquecido, o que encarece o custo com médicos, por exemplo”, explicou. “Estranhei que o Parlamento não queira encarar essa discussão porque depois todo mundo vai ficar reclamando de mais verba para a saúde.”

    Wagner disse estar tranquilo quanto as contas da Bahia caso a Emenda 29 seja aprovada pelo Senado. Pela regra, Estados devem investir 12% de seu orçamento na saúde e municípios, 15%. “Estou à vontade porque a Bahia investe mais que os 12%, coloca 13,8% na saúde. A regulamentação da Emenda 29 para nós não terá nenhum problema”, afirmou.

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