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Política & Poder

Vice-procurador-geral eleitoral diz que não vai censurar debate político

Arquivo Geral

11/10/2013 16h22

O vice-procurador-geral eleitoral, Eugênio Aragão, afirmou hoje (11) que não vai “censurar” o debate político sobre disputa eleitoral do ano que vem. Em entrevista coletiva, Aragão disse que não vai interferir no debate eleitoral, desde que não haja promoção pessoal dos candidatos. Para ele, não cabe ao Ministério Público Eleitoral (MPE) “engessar” a discussão política.

 

Aragão afirmou que, no seu trabalho no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não vai censurar os políticos. Ele foi empossado no cargo junto com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no dia 17 de setembro. “Não podemos levar a interpretação da Lei dos Partidos e das eleições a um extremo, a ponto de praticamente engessar o debate. Então, desde que não haja fulanização, desde que não seja promoção pessoal, desde que não fique a conclamação clara nessas inserções e nas declarações dadas, se não houver isso, deixa acontecer.”

 

De acordo com Aragão, o Ministério Público Eleitoral deve definir, em novembro, as regras para atuação nas eleições de 2014. Segundo ele, regras comuns são necessárias para definir como será atuação das instâncias do MPE nos casos em que agentes públicos ou pré-candidatos cometerem irregularidades. “A distância entre a propaganda institucional e a propaganda política é muito tênue. A gente tem que reunir os colegas que atuam nessa área e criar uma linguagem comum. Não dá para eu, em Brasília, ser o leniente e o procurador em São Paulo ser o durão. A gente tem que nivelar, e tornar esses critérios públicos, para que os candidatos, os jornalistas, todo mundo saiba em que hipótese o Ministério Público vai agir”, argumentou.

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    Arquivo Geral

    11/10/2013 15h50

    O vice-procurador-geral eleitoral, Eugênio Aragão, afirmou hoje (11) que não vai “censurar” o debate político sobre disputa eleitoral do ano que vem. Em entrevista coletiva, Aragão disse que não vai interferir no debate eleitoral, desde que não haja promoção pessoal dos candidatos. Para ele, não cabe ao Ministério Público Eleitoral (MPE) “engessar” a discussão política.

     

    Aragão afirmou que, no seu trabalho no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não vai censurar os políticos. Ele foi empossado no cargo junto com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no dia 17 de setembro. “Não podemos levar a interpretação da Lei dos Partidos e das eleições a um extremo, a ponto de praticamente engessar o debate. Então, desde que não haja fulanização, desde que não seja promoção pessoal, desde que não fique a conclamação clara nessas inserções e nas declarações dadas, se não houver isso, deixa acontecer.”

     

    De acordo com Aragão, o Ministério Público Eleitoral deve definir, em novembro, as regras para atuação nas eleições de 2014. Segundo ele, regras comuns são necessárias para definir como será atuação das instâncias do MPE nos casos em que agentes públicos ou pré-candidatos cometerem irregularidades. “A distância entre a propaganda institucional e a propaganda política é muito tênue. A gente tem que reunir os colegas que atuam nessa área e criar uma linguagem comum. Não dá para eu, em Brasília, ser o leniente e o procurador em São Paulo ser o durão. A gente tem que nivelar, e tornar esses critérios públicos, para que os candidatos, os jornalistas, todo mundo saiba em que hipótese o Ministério Público vai agir”, argumentou.

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