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Política & Poder

Secretário descarta possibilidade de grandes incidentes nas Olimpíadas

Arquivo Geral

07/06/2016 20h51

Divulgação

O secretário de Esporte e Lazer do estado do Rio de Janeiro, Marco Antonio Cabral, afirmou nesta terça-feira (7) que o Brasil não passará qualquer constrangimento com a comunidade internacional durante os Jogos Olímpicos. A afirmação foi feita durante o 4º Encontro Nacional de Editores, Colunistas e Blogueiros (Enecob), que ocorre no Rio de Janeiro. “O Brasil tem zero chance de passar vergonha nos Jogos. Pode haver falhas ou percalços, mas nada que comprometa a competição”, garantiu.

Na avaliação do secretário, que é filho do ex-governador Sergio Cabral, as forças de segurança estão bem treinadas e em termos de organização não haverá problemas. “O Brasil está em um momento político ruim, mas temos de olhar para frente depois dos jogos”, avaliou. Ele também minimizou os impactos das obras que estão sendo realizadas na cidade. “Toda obra é um grande transtorno, mas foram grandes obras e grandes investimentos. Conseguimos superar a média de quilômetros de construção do Metro, melhorar a segurança, ampliar o atendimento de saúde e fazer um Rio diferente do de 2009”, acrescentou.

Na palestra, Marco Antonio também falou dos projetos sociais da pasta e revelou que está buscando, junto à Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), levar o Rio Open para o circuito a partir de 2017, utilizando as instalações da Arena do Tênis. Ele também defendeu a legalização do jogo, como forma de gerar recursos para o esporte, criticando duramente o fim dos bingos, devido à perda de receita na pasta.

O secretário de Esportes também comentou a crise econômica que o estado do Rio de Janeiro enfrenta. Afirmando que gerenciou todos os projetos sem um recurso da chamada “fonte zero”, as contas do estado, ele garantiu ter tocado as ações apenas com verbas garantidas pela Lei Pelé, oriundas de loterias. E fez críticas à gestão feita no ano passado, que desconsiderou a possibilidade de queda de arrecadação por causa da baixa do petróleo, combinada com a crise econômica.

O repórter viajou a convite do Enecob

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