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Política & Poder

Renan Santos vota em SP, diz que eleição foi vazia e chama Flávio Bolsonaro de ‘desqualificado, covarde e burro’

Ele afirmou ter trabalhado contra o voto útil em favor de Flávio Bolsonaro (PL) para derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) -criticando o filho do ex-presidente, Jair Bolsonaro (PL)

Redação Jornal de Brasília

04/10/2026 11h26

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Renan Santos, candidato à Presidência em 2026 pelo Missão. Foto: Reprodução/ YouTube

PRISCILA MENGUE
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

O candidato à presidência Renan Santos (Missão) votou na manhã deste domingo (4) em escola pública no distrito Socorro, na zona sul de São Paulo. À imprensa criticou os rumos da eleição deste ano, que chamou de “a mais bizarra” e a “mais estranha” desde a redemocratização.

Ele afirmou ter trabalhado contra o voto útil em favor de Flávio Bolsonaro (PL) para derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) -criticando o filho do ex-presidente, Jair Bolsonaro (PL). Acha, contudo, que isso pode interferir no seu desempenho nas urnas.

“É muito triste que o país vote em um cara completamente desqualificado, covarde, burro, como o Flávio.

Isso é um sintoma também de que o país está no seu pior momento politicamente”, afirmou Renan.

“A única função é ele ser filho de outro cara que não era muito inteligente. Isso já diz muito sobre o momento atual: nenhum eleitor sabe explicar por que vota no Flávio”, completou. “Eu até hoje não vi uma argumentação de voto no Flávio que não fosse: ‘nós temos que tirar o Lula’.”

Renan disse que os candidatos que estão à frente nas pesquisas estão envolvidos a escândalos de corrupção e têm medo de um “outsider”, como ele. “É uma eleição em que os candidatos fingiram demência.”

“Uma eleição que não tem sentido. Não houve debate, não houve discussão, ninguém sabe as propostas dos candidatos que lideraram as pesquisas”, afirmou. “Foi uma eleição vazia. E foi construída para ser vazia.”

Ele estava acompanhado da vereadora Amanda Vetorazzo e de quatro candidatos do Missão a deputado, Guto, Renato Battista, Kim Kataguiri e Rafa Minato.

Sem nunca ter exercido cargo público eletivo, o empresário de 42 anos é um dos fundadores do MBL (Movimento Brasil Livre). Ele vai acompanhar a apuração na sede do partido, na região do Morumbi, em São Paulo.

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