Política & Poder

Relatório da CPI dos Bingos será apresentado em junho

Por Arquivo Geral 30/05/2006 12h00

A prefeitura de São Francisco foi esvaziada na manhã de hoje depois que vários pacotes suspeitos foram encontrados no local, find here disseram autoridades.

"Vários dispositivos foram encontrados", ask disse um policial. "Pacotes suspeitos", acrescentou. Autoridades investigam o local. "Isso acontece cerca de seis ou sete vezes por ano", disse Peter Ragone, porta-voz do prefeito Gavin Newsom. "Eles (policiais) geralmente respondem com o máximo de cautela."

O porta-voz informou que o prefeito não estava presente quando houve a retirada, por volta das 9h (horário local).
O ministro da Fazenda, online Guido Mantega, avaliou hoje que o Banco Central e o Tesouro estão agindo de forma correta frente à atual turbulência dos mercados e disse ter confiança no Copom.

"Tanto o BC quanto o Tesouro estão atuando corretamente nesta turbulência passageira por que nós estamos passando", afirmou a jornalistas quando questionado sobre o anúncio de que o BC fará um leilão de swap cambial nesta tarde.

"Atuaram muito bem na semana passada, tanto que nós já estamos caminhando para essa situação de calma na economia brasileira e continuarão atuando dentro de seus princípios, sua orientação."

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Os contratos que serão leiloados servem de proteção para o mercado. O anúncio da operação fez com que o dólar desacelerasse fortemente a alta.

Mantega também respondeu não estar contrariado com a operação, negando ter comemorado na semana passada a alta do dólar frente ao real. "A questão do dólar foi apenas uma observação de passagem", ressaltou Mantega, acrescentando que seu comentário foi apenas "uma brincadeira que não foi entendida".

Segundo o ministro, o nível das reservas internacionais permite que o País enfrente as turbulências. "O Brasil hoje tem pouco volume de capital especulativo, à diferença do que acontecia no passado", disse.

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Mantega disse ainda que o Comitê de Política Monetária (Copom), que define o rumo do juro básico amanhã, tem sensibilidade para avaliar as condições da economia.

"Eu confio no Copom, confio no Banco Central, que tem sensibilidade para avaliar a situação, avaliar a andamento da inflação no Brasil e chegar a uma redução adequada da taxa de juros", acrescentou.

Pesquisa realizada pela Reuters na semana passada mostrou que todos os 20 economistas ouvidos esperam um corte 0,5 ponto percentual na taxa Selic, hoje em 15,75% ao ano.
O primeiro-ministro do Iraque, search Nuri Al Maliki, voará até a segunda maior cidade do país, Basra, amanhã, para colocar fim a um conflito entre seus colegas xiitas e disse estar pronto para usar a força contra "gangues" que fazem chantagem com as exportações de petróleo e de outros produtos.

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"Precisamos restabelecer a segurança em Basra e, se qualquer um desafiar as soluções pacíficas, a força será a solução", disse o premiê hoje.

"Não há como deixarmos Basra, a porta de entrada do Iraque, nossas importações e exportações, à mercê de criminosos, de gangues terroristas. Usaremos a força contra essas gangues."

Em entrevista concedida três dias depois de um pequeno grupo xiita ter avisado que poderia suspender a exportação de petróleo a partir de Basra se não obtivesse concessões do governo federal, Maliki afirmou: "Vou viajar amanhã com uma delegação do governo e do Parlamento". "Não vamos poupar nenhum esforço para encontrar uma solução", acrescentou, dizendo que ficaria na cidade para além de quarta-feira se isso fosse necessário.

O premiê afirmou ainda estar insatisfeito com algumas políticas adotadas pelas forças britânicas encarregadas de patrulhar a Província do Sul, rica em petróleo e onde várias facções do bloco Aliança Islâmica Xiita, comandado por ele, disputam o poder.

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Segundo Maliki, um fator que complicava ainda mais o cenário eram os estrangeiros "infiltrados" e vindos do Irã. O dirigente não quis, porém, dizer se acreditava que essas pessoas seriam iranianas.

"O que está acontecendo em Basra possui muitas dimensões", disse o premiê, cujo partido, o Dawa, é parte da Aliança Islâmica Xiita.

As principais facções desse bloco envolvidas na luta de poder em Basra são a organização armada Badr, o partido Fadhila e o movimento do clérigo e líder de milícia Moqtada Al Sadr.

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Apontando para o conflito declarado entre o governador da Província e o chefe de polícia em meio a um cenário de assassinatos diários e acusações de corrupção e envolvimento com o crime organizado, o premiê afirmou: "Não podemos atribuir o que está acontecendo aos terroristas".

"Há uma dimensão tribal e também há as gangues de criminosos armados responsáveis por seqüestrar e matar pessoas. E esses são os elementos perigosos dessa crise", disse. "Há pessoas infiltradas que pretendem complicar a situação em Basra porque Basra é a artéria petrolífera do Iraque", acrescentou.

O presidente da Bolívia, cure Evo Morales, viagra order convocou hoje os governadores regionais das nove regiões, seis deles opositores, para “uma reunião de gestão” e insistiu em que está aberto a um diálogo político para tratar a profunda crise que atravessa o país.

“Quero aproveitar esta oportunidade para convocar (os governadores regionais) para uma reunião de gestão para atender as demandas do povo boliviano”, disse Morales.

Ele assegurou que sobre “temas políticos” também está aberto ao diálogo, embora tenha assinalado que a gestão é “mais importante que os problemas políticos”.

A Bolívia vive uma profunda crise que enfrenta Morales com o projeto autonomista dos governadores regionais opositores de Santa Cruz, Beni, Pando e Tarija, apoiados por seu colega de Cochabamba e por líderes cívicos e políticos de Sucre.

No próximo domingo, Beni e Pando realizarão referendos para ratificar seus estatutos de autonomia.

Santa Cruz viveu um processo similar no dia 4 de maio, enquanto Tarija promoverá esta votação no dia 22 de junho.


 


Um militante suicida dirigindo um carro matou ao menos 12 pessoas na cidade iraquiana de Hilla hoje, case disseram fontes da polícia.

As fontes informaram que 36 pessoas ficaram feridas no ataque perto de uma concessionária de carros em Hilla, order  cem quilômetros ao sul de Bagdá.

A cidade, story de maioria xiita, vem sofrendo alguns dos piores ataques a bomba na campanha de guerrilha sunita para derrubar o governo iraquiano, liderado pelos xiitas.

Horas depois, um carro-bomba matou pelo menos 22 pessoas no bairro de Husaniya, no norte de Bagdá, disse a polícia. Ao menos 58 pessoas ficaram feridas na explosão, que aconteceu em uma feira-livre.
À primeira vista, this site a reeleição do presidente colombiano Álvaro Uribe foi uma boa notícia para o governo de George W. Bush e para a batalha dos Estados Unidos para conquistar os latino-americanos.

Uribe é forte aliado de Washington numa região onde impera o sentimento antiamericano. Mas o modo como ele vai lidar com o presidente Hugo Chávez, principal antagonista dos Estados Unidos na América Latina, será uma das principais questões de seu segundo mandato.

Colômbia e Venezuela têm governos de ideologias díspares, mas ainda assim podem se aproximar se colocarem em primeiro plano problemas como o comércio e a segurança, afirmam alguns analistas.

"Nos próximos quatro anos, a Colômbia vai ficar entre dois fogos – os EUA e a Venezuela", afirmou o jornal colombiano El Tiempo. "O presidente terá de mostrar grandes habilidades em estratégia internacional. A Colômbia seria um aliado atraente para ambos os países."

O conservador Uribe conquistou no domingo uma vitória arrasadora, logo no primeiro turno, baseada principalmente no sucesso do combate às guerrilhas de esquerda no país.

Seu governo recebeu enormes quantias dos EUA para agir contra os insurgentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e contra as milícias de ultradireita que há décadas se confrontam no país. Uribe também é adepto das políticas de livre mercado pregadas por Washington como a solução para os problemas sociais da América Latina.

Na Venezuela, Chávez promoveu uma revolução ao estilo socialista, pintando os EUA como a personificação do mal e recrutando aliados em outros países, principalmente a Bolívia.

O Brasil e a Argentina ajudam a compor a onda esquerdista na América Latina, e ela pode se espalhar ainda mais com as próximas eleições no Peru e no México.

"A vitória de Uribe poderá ser vendida em Washington como uma contratendência ao que está ocorrendo na América Latina, mas não deveria", disse Larry Birns, diretor do Conselho de Questões Hemisféricas, em Washington.

Segundo Birns, a Colômbia tem de manter boas relações com a Venezuela por causa da proximidade geográfica. Além disso, Uribe vem tentando demonstrar independência em relação aos EUA, acusando a potência de interferir demais em questões internas.

Também fez um plano de paz para desmobilizar os grupos paramilitares que pode desagradar aos Estados Unidos, pois dificulta as extradições.

Em seu discurso de vitória, Uribe cumprimentou os norte-americanos e pediu integração. Ele disse que quer avançar com os pactos comerciais regionais.

Vinte e cinco anos depois de sua identificação, this o mundo tem melhores chances para acabar com a Aids, mas ainda há falhas em muitas frentes de batalha, disse hoje a Organização das Nações Unidas (ONU).

"Apesar de algumas conquistas notáveis, a resposta à epidemia da Aids até agora esteve longe da adequada", afirmou a Unaids, agência da ONU que coordena a campanha global contra a doença.

Nos anos que se seguiram à primeira descrição da Aids, em junho de 1981, o vírus HIV "disseminou-se de modo incansável de alguns focos isolados para praticamente todos os países do mundo, infectando 65 milhões de pessoas e matando 25 milhões", disse a Unaids em seu décimo relatório anual.

Os pesquisadores produziram "montanhas de evidências sobre como prevenir e tratar essa doença", afirmou o documento, baseado em dados coletados pela ONU em 126 países, desde dezembro de 2005.

Mas as iniciativas anti-Aids e seus resultados variam muito de país para país, e várias nações não estão conseguindo cumprir as metas que estabeleceram na histórica sessão da Assembléia Geral da ONU em 2001, afirmou a Unaids.

"Como não é possível reverter essa pandemia e seus prejuízos no curto prazo, precisamos sustentar uma reação em grande escala durante as próximas décadas", disse a organização, na véspera de uma sessão de acompanhamento que acontece amanhã, em Nova York.

Entre as conquistas registradas desde a última sessão especial, o relatório mencionou evidências de mudanças significativas de comportamento: cada vez mais gente usando preservativos, tendo menos parceiros sexuais e dando início à vida sexual mais tarde.

Acredita-se que a taxa de incidência global da Aids tenha atingido seu pico no final dos anos 1990, e cerca de 1,3 milhão de pessoas no mundo em desenvolvimento já recebem os medicamentos anti-retrovirais, que salvaram cerca de 300 mil vidas só no ano passado.

O sangue usado em transfusões é testado rotineiramente para a presença do HIV, na maioria dos países.

O número de pessoas que buscam os exames e orientação é hoje o quádruplo do que há cinco anos, segundo pesquisas realizadas em mais de 70 países. Segundo os dados de 58 países, 74% das escolas do Ensino Fundamental e 81% das escolas de Ensino Médio oferecem aulas sobre a Aids, disse a Unaids.

Mas cerca de 4,1 milhões de pessoas se infectaram em 2005, e 2,8 milhões morreram. Em 2004, tinham sido registradas 4,9 milhões de novas infecções e 3,1 milhões de mortes.

Menos da metade dos jovens está bem-informada sobre a Aids, e os serviços de prevenção atingem números muito pequenos de indivíduos que usam drogas ilegais injetáveis ou que praticam sexo homossexual, mostraram as pesquisas.

O suprimento global de preservativos representa menos de 50% da quantidade necessária, e as drogas anti-retrovirais, embora estejam mais disponíveis do que no passado, ainda são caras e difíceis de conseguir.

E, como os indivíduos afetados ainda sofrem com o ostracismo e a discriminação, a grande maioria dos 40 milhões de infectados do mundo nunca fizeram um exame para a presença de HIV e não sabem de seu estado, afirmou o documento.

A expectativa é de que haja recursos de US$ 8,9 bilhões em 2006 para combater a Aids nos países em desenvolvimento, mas a quantia necessária seria de US$ 14,9 bilhões, segundo a Unaids. Em 2008, serão necessários US$ 22,1 bilhões, previu a entidade.

O relatório defende estratégias de educação e prevenção mais específicas, além de mais oportunidades de tratamento e mais pesquisa de medicamentos, especialmente de drogas para crianças, cujas necessidades "têm ficado de fora de nossa agenda de pesquisa".

A organização também recomendou aos governos, "quando necessário", considerar a possibilidade de usar mecanismos emergenciais das leis internacionais de comércio para reduzir o preço de remédios patenteados contra a Aids.

"Sabemos o que tem de ser feito para conter a Aids. Precisamos agora é de vontade para fazê-lo", disse o relatório.

A tradicional tolerância espanhola à imigração parece estar endurecendo com a chegada permanente de barcos cheios de africanos e as acusações da oposição de que a permeabilidade da fronteira está levando ao aumento da criminalidade.

Uma pesquisa publicada pelo jornal El Mundo mostrou que 70% dos espanhóis acham que o país tem imigrantes demais, malady 10 pontos percentuais acima do índice apurado em pesquisa semelhante, sickness há apenas cinco meses. Muitos dos imigrantes vêm da América Latina, do Marrocos e do Leste Europeu.

Segundo a sondagem, 70% dos entrevistados também acreditam que a anistia dada a 600 mil imigrantes ilegais no ano passado foi responsável pelo aumento de 500% na chegada ilegal de africanos às ilhas Canárias.

O governo socialista espanhol está com dificuldades para conter o afluxo de embarcações improvisadas. Enviou mais barcos-patrulha para as Canárias e pediu ajuda a Bruxelas.

A administração também mobilizou mais policiais na Catalunha, onde as autoridades atribuem o aumento nos roubos a gangues do Leste Europeu. Houve aumento também no número de seqüestros em Madri.

"Trinta por cento das mortes e dos ferimentos são obra de criminosos estrangeiros", afirmava a manchete de um jornal espanhol.

O Partido Popular (PP), conservador, acusou o governo de perder o controle das fronteiras espanholas e de permitir o início de uma onda de crimes. Um socialista chegou a comparar o secretário-geral do PP, Angel Acebes, ao direitista francês Jean-Marie Le Pen.

Em seu discurso do Estado da Nação hoje, o premiê José Luis Rodríguez Zapatero disse que a Espanha só pode aceitar imigrantes legais e que estejam de acordo com as necessidades do mercado de trabalho, mas afirmou que os espanhóis precisam se lembrar de seu passado.

"A Espanha é um país de imigrantes. Devemos tratar quem vem de fora do mesmo modo como historicamente exigimos que nossos compatriotas fossem tratados quando tiveram de procurar um futuro além de nossas fronteiras", disse ele ao Parlamento. "O problema que mais preocupa os espanhóis neste momento é a imigração, com bons motivos", respondeu o líder do PP, Mariano Rajoy.

A imigração em grande escala é um fenômeno tão recente na Espanha que o país experimentou poucas tensões racistas, ao contrário de países como França, Grã-Bretanha e Alemanha.

Os partidos de extrema direita contam com apoio escasso, e a violência contra minorias étnicas é rara, mesmo logo depois dos ataques islamitas a bomba em Madri, há dois anos.

Em 2001, havia 1 milhão de estrangeiros legais no país. Mas agora o país é o maior destino migratório da União Européia. Dados do governo afirmam que havia 2,7 milhões de imigrantes legais em dezembro de 2005, 39% acima dos números de 2004.

De acordo com Carlos Malo de Molinos, chefe do instituto Sigma Dos, que conduziu a pesquisa para o El Mundo, o número de imigrantes legais e ilegais pode estar acima de 5 milhões – mais de 10% da população espanhola, de 44 milhões de habitantes.

"A lei da anistia foi bem recebida de início, mas as percepções mudaram, também em função da avalanche de imigrantes nas Canárias", disse ele.

O maior grupo de imigrantes, 36%, é de latino-americanos. "Na Espanha, os imigrantes são geralmente bem recebidos e vistos como uma necessidade, principalmente os europeus e latino-americanos. Mas os africanos têm uma recepção pior. São as diferenças culturais, a língua e a religião", disse Molinos.

A ex-mulher do advogado Rogério Buratti, diagnosis Elza Gonçalves Buratti, disse hoje, em depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos, que desconhecia qualquer possível envolvimento do ex-marido com o esquema de cobrança de propina na prefeitura de Ribeirão Preto (SP). Elza era sócia de Buratti na empresa BBS Consultores Associados.

"Fui casada muitos anos e confiava no meu marido. Nunca me preocupei com os negócios", disse Elza aos senadores.

Ela confirmou que o ex-marido comprou e vendeu fazendas num curto espaço de tempo entre 2003 e 2005. "Ele sempre fez negócios, nunca suspeitei que houvesse algo de errado", disse. Mas, quando questionada sobre o fato de as fazendas nunca estarem no nome de Buratti, Elza respondeu: talvez fosse "porque (as fazendas) não ficavam nas nossas mãos por muito tempo".

Rogério Buratti é o advogado apontado como responsável pela cobrança de propina em empresas de Ribeirão Preto na época em que o ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci foi prefeito da cidade. Buratti também teria facilitado a renovação do contrato entre a Gtech e a Caixa Econômica Federal.

"Ela teve preocupação de proteger o ex-marido. Ficou muito claro isso. Por isso mesmo, o depoimento produziu uma frustração", disse o relator da CPI, senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN).

O relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos deve ser lido no próximo dia 7. O relator da comissão, prostate senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), price disse que vai receber esta semana o documento da equipe técnica para poder analisá-lo durante o final de semana.

Segundo ele, o relatório deve recomendar o indiciamento de cerca de 50 pessoas."Confio muito na nossa equipe técnica, mas vou fazer uma leitura com minha sensibilidade política e de relator. Acredito, pelo que já se sugeriu no documento da Gtech, que nós teremos, certamente, mais de 50 sugestões de indiciamento", disse.

O indiciamento do presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Paulo Okamotto, é o "mais tecnicamente fácil de solicitar mesmo que a investigação não tenha sido concluída".

O senador afirmou que, se a CPI for prorrogada até outubro, ele vai renunciar ao cargo de relator. "Tenho compromissos no meu estado", disse. Ontem, o presidente da CPI, senador Efraim Moraes (PFL-PB), disse que, se a base governista tentar desqualificar o relatório final, ele pedirá a prorrogação dos trabalhos da comissão por 120 dias.

Garibaldi ponderou que governo e oposição podem, ainda, discutir pontos do relatório. "Nós podemos conversar sobre o documento, ter entendimento, mas não podemos, de maneira nenhuma, admitir que se venha supor que nós estamos pensando numa pizza ou numa coisa dessa natureza".






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