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Política & Poder

Relator de caso Jaqueline vai pedir mais tempo para acusação em Plenário

Arquivo Geral

30/08/2011 16h08

O relator do pedido de cassação de Jaqueline Roriz (PMN-DF), Carlos Sampaio (PSDB-SP), vai pedir mais tempo para expor os seus argumentos, além dos 25 minutos previstos. “Há outros precedentes em que tanto a acusação quanto a defesa discursaram por mais de 25 minutos. Roberto Jefferson, por exemplo, falou por 48 minutos”, disse Sampaio.

 

Autor do relatório que defende a cassação de Jaqueline, Sampaio acabou de chegar à Camara e participa neste momento de uma reunião da bancada do PSDB sobre o caso Jaqueline Roriz.

 

Sampaio reforçou que o voto pela cassação de Jaqueline não causará insegurança jurídica nem prejudicará qualquer deputado. “Nenhuma denúncia que já tenha sido divulgada será objeto de reanálise por essa Casa”, disse o parlamentar.

 

Jaqueline foi flagrada em vídeo recebendo um maço de dinheiro de Durval Barbosa, pivô do escândalo que levou à prisão o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda. A defesa da deputada alega que o fato ocorreu em 2006, quando Jaqueline não exercia mandato de deputada federal e, portanto, estaria fora da alçada do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados.

 

O vídeo veio à tona em março deste ano e, em junho, o Conselho de Ética aprovou, por 11 votos a 3, o relatório de Carlos Sampaio em favor da cassação da deputada.

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    30/08/2011 15h45

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    Autor do relatório que defende a cassação de Jaqueline, Sampaio acabou de chegar à Camara e participa neste momento de uma reunião da bancada do PSDB sobre o caso Jaqueline Roriz.

     

     

    Sampaio reforçou que o voto pela cassação de Jaqueline não causará insegurança jurídica nem prejudicará qualquer deputado. “Nenhuma denúncia que já tenha sido divulgada será objeto de reanálise por essa Casa”, disse o parlamentar.

     

     

    Jaqueline foi flagrada em vídeo recebendo um maço de dinheiro de Durval Barbosa, pivô do escândalo que levou à prisão o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda. A defesa da deputada alega que o fato ocorreu em 2006, quando Jaqueline não exercia mandato de deputada federal e, portanto, estaria fora da alçada do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados.

     

     

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