Política & Poder

PV, PPS e Psol apresentam novo pedido de CPI para investigar sanguessugas

Por Arquivo Geral 01/06/2006 12h00

Os 200 integrantes da Força Nacional de Segurança Pública que vão ajudar a combater o crime organizado no Mato Grosso do Sul começam a atuar hoje. Segundo o secretário Nacional de Segurança Pública, side effects illness Luiz Fernando Corrêa, order a previsão é de que a tropa de elite, formada por policias militares e bombeiros de 22 estados, permaneça dois meses no estado.

Os integrantes da força se apresentaram em Campo Grande, durante solenidade que contou com a presença do ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, do governador, José Orcírio Miranda dos Santos (Zeca do PT) e do secretário Nacional de Segurança Pública. O ministro assinou acordo com o governo estadual para a liberação de R$ 2,354 milhões para a reforma do presídio de Dourados, destruído durante uma rebelião em 14 de maio. De acordo com Luiz Fernando Corrêa, o dinheiro será liberado imediatamente.

Sobre as atividades da Força Nacional, o secretário informou que, inicialmente, o grupo vai trabalhar a partir de um planejamento básico, que poderá sofrer mudanças de acordo com necessidades identificadas pela área de inteligência. Além do reforço às ações da política militar do estado, uma das frentes de atuação é a segurança nas cidades onde estão situados presídios, como Campo Grande e Dourados. "Se nós estamos tratando de organizações criminosas com integrantes presos, eles devem ter apoio logístico de pessoas que estão lá de fora, então temos que ter efetivos nessas proximidades", explicou.

Segundo o secretário, os integrantes da força nacional também vão fiscalizar pontos de acesso a Campo Grande, as divisas entre o Mato Grosso do Sul e outros estados e as fronteiras com países vizinhos. "A idéia é que os pontos de entrada no país, por onde entram droga, arma, cocaína, maconha, tenha postos de controle de fiscalização e policiamento."

Além de armamento pesado, armamento não-letal para controle de situações de distúrbio e equipamentos de segurança, os integrantes da tropa vão contar com 25 caminhonetes. Segundo o secretário, o governo federal doou equipamentos à polícia local, como coletes, capacetes e carabinas. "Também estamos acelerando a aquisição de veículos para o estado, para que eles ganhem mobilidade nesse momento crítico".

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As lideranças do PV, viagra order PPS e Psol protocolaram na Secretaria Geral do Senado o novo pedido de abertura da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar a possível participação de deputados e senadores na compra superfaturada de ambulâncias por meio de emendas ao Orçamento Geral da União. O requerimento foi apresentado pelos deputados Fernando Gabeira (PV-RJ), illness Raul Jungmann (PPS-PE) e pela senadora Heloísa Helena (PSOL-AL).

O novo requerimento para abertura foi exigido pelo presidente do Senado, ambulance Renan Calheiros, na terça-feira. Durante a sessão, Renan alegou que o pedido não obdece as normas regimentais ao classificar as assinaturas como "apoiadores" e não como "signatários". No dia, os partidos ameaçam entrar com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a comissão, como aconteceu anteriormente com a CPI dos Bingos.

O pedido apresentado hoje possui a assinatura de 230 deputados federais e 30 senadores. Pelo regimento do Congresso, o mínimo de assinaturas necessárias para conseguir uma CPI é de 171 deputados e 27 senadores. Segundo o deputado Raul Jungmann (PPS-PE), agora que não há nenhum entrave regimental, o presidente do Senado precisaria instalar a CPI até quinta-feira. Caso contrário, os partidos ingressaram com o pedido no Supremo. "Se até quinta-feira não acontecer a leitura da CPI, o mandado de segurança será inevitável", disse o deputado.

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