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Políticos se manifestam sobre morte de Covas

Covas lutava contra o câncer desde 2019. Aos 41 anos, faleceu neste domingo (16) após, dois dias antes, o quadro de saúde se tornar irreversível

Por Willian Matos 16/05/2021 11h14
Foto: Divulgação

Após o anúncio da morte do prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas, políticos e pessoas públicas do país se manifestaram lamentando a perda.

Guilherme Boulos, que foi derrotado por Covas nas últimas eleições, relembrou uma “convivência franca e democrática”. “Minha solidariedade aos seus familiares e amigos neste momento difícil. Vá em paz, Bruno!”

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta ressaltou a integridade de Covas. “Tristeza. Bruno Covas, meu colega de Legislatura, homem público de valores, íntegro. Lutou o bom combate”, disse Mandetta. “Que possa descansar em paz após essa batalha, e que Deus conforte o coração dos familiares e amigos”, complementou.

O apresentador Luciano Huck classificou o político como “exemplo de gestor moderno”. “Que tristeza. A cidade de São Paulo está de luto. O prefeito Bruno Covas partiu. Cedo demais. Fica o exemplo de um gestor moderno, que fez política com espírito público e responsabilidade. Um cara correto e trabalhador. Aos familiares, todo o meu carinho. Fiquem com Deus.”

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, também considera Covas um exemplo. “Meus sentimentos em nome dos cariocas a todos os paulistanos pela morte do prefeito Bruno Covas. Bruno foi um exemplo de homem público e gestor que continuará sendo seguido.”

Ex-presidente da República, Michel Temer utilizou uma foto com Covas para homenagear o prefeito. “Tão jovem, tão afável, tão idôneo. Com ele vai embora parte da nossa esperança. Descansa em paz.”

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O ex-presidente do Senado Davi Alcolumbre relembrou a luta de Covas contra o câncer. “Das vezes em que estivemos juntos, guardo a melhor impressão dos gestos de homem público forte, decente e de muito caráter. Que Deus o receba em sua morada e dê força e entendimento aos que ficam, sobretudo aos familiares, especialmente ao seu filho Tomás. Perdemos um homem de valor e a cidade de São Paulo perde um político de princípios.”

O presidente da Câmara, Arthur Lira, citou a época em que conviveu com Covas, em 2015. “Como deputado federal, foi meu colega na Comissão de Constituição e Justiça, em 2015, com quem tive a honra de trabalhar. Admiro a forma aguerrida como conduziu a pandemia na maior cidade do País e como fez sua campanha de eleição para a prefeitura. Meus sentimentos aos familiares, amigos e em especial ao seu filho Tomás.”

O governador de São Paulo, João Doria, emitiu nota à imprensa, classificando  Covas como alguém “sensível, sereno, correto, racional, pragmático e ponderado”. Leia na íntegra:

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Obrigado Bruno Covas, por ter compartilhado, com todos nós, tanto carinho e dedicação. À Renata e ao Pedro, seus Pais, Gustavo, seu irmão e especialmente Tomás, seu filho, meu afeto nesse momento doloroso em que a natureza subverte o curso da vida. São Paulo terá sempre muito orgulho desse filho querido.
A força de Bruno Covas vem do seu exemplo e do seu caráter. Foi leal à família, aos amigos, ao povo de São Paulo e aos filiados do seu partido, o PSDB. Sua garra nos inspira e seu trabalho nos motiva.
Tive o privilégio de acompanhá-lo desde o início da vida pública, ao lado do seu avô Mario Covas. Tive a honra de tê-lo como vice, na prefeitura de São Paulo. E a alegria de ver seus ideais e realizações aprovados nas eleições de 2020.
Bruno Covas era sensível, sereno, correto, racional, pragmático e ponderado. Voz sensata, sorriso largo e bom coração. Bruno Covas era esperança. E a esperança não morre: ela segue, com fé, nas lições que ele nos ofereceu em sua vida.
Muito obrigado, Bruno. Você foi e continuará sendo para todos nós, um eterno exemplo.

Covas deixa o filho Tomás, de 15 anos. O prefeito licenciado lutava contra o câncer desde 2019. Aos 41 anos, faleceu neste domingo (16) após, dois dias antes, a equipe médica do Hospital Sírio-Libanês declarar que o quadro de saúde havia se tornado irreversível. A família ficou na unidade desde então.






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