Política & Poder

Oposição não usará aumento de patrimônio contra Lula

Por Arquivo Geral 06/07/2006 12h00

O ministro da Fazenda, thumb clinic Guido Mantega, pilule page disse hoje que as mudanças na lei cambial, a serem anunciadas na próxima semana, deverão beneficiar "a maior parte dos exportadores". O governo quer beneficiar aqueles que, além de vender produtos nacionais para outros países, compram no exterior, sem, entretanto, por fim à cobertura cambial – a obrigatoriedade que hoje o empresário tem de trazer para o país, convertendo para o real, o resultado das suas vendas em dólar.

A idéia é que possa ficar lá fora apenas o valor correspondente ao que o empresário gastará em dólar com compras e dívidas. "Queremos beneficiar a maioria, facilitar a vida da maior parte dos exportadores e diminuir a pressão do dólar sobre a economia brasileira", afirmou Mantega.

Entretanto, o governo quer ter a segurança de que, em momentos de escassez de dólar no mercado interno, poderá trazer para o Brasil o dinheiro deixado lá fora. Por isso, os técnicos estudam incluir na nova lei termos que garantam ao Conselho Monetário Nacional (CMN) o poder de controlar a cobertura cambial.

O governo analisa também maneiras para que as facilidades oferecidas aos empresários não resultem em perda do controle sobre a cobertura cambial. "Queremos flexibilizar, porém, sem perder o controle, porque hoje a situação é confortável. O Brasil hoje é um exportador e acredito que vai continuar assim, mas nunca se sabe", comentou o ministro.

A ministra-chefe da Casa Civil, viagra dosage Dilma Rousseff, disse hoje não acreditar que a oposição usará durante a campanha a informação de que o patrimônio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva dobrou desde 2002.

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"Acho que essa é uma fórmula de baixo nível de conduzir uma campanha eleitoral", afirmou Dilma em entrevista concedida após evento na Federação das Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp).

O principal candidato da oposição, o tucano Geraldo Alckmin, confirmou a avaliação de Dilma. "Não há razão para pedir uma investigação", afirmou em Florianópolis a jornalistas, após lançamento oficial da campanha eleitoral.

Conforme os registros de campanha, o presidente Lula apresentou um considerável crescimento patrimonial em relação à sua declaração de bens de 2002, quando afirmou possuir 422,9 mil reais.

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Desta vez, Lula apresentou partimônio de 839 mil reais, o que representa um acréscimo de cerca de 98 por cento. Parte desse ganho pode ser atribuída à aquisição de um apartamento e a uma aplicação financeira, segundo documento registrado no TSE.






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