Jornal de Brasília

Informação e Opinião

Política & Poder

Omar Aziz diz que Queiroga agiu como ‘marginalzinho’ ao mostrar dedo do meio em NY

“O presidente manda o cara estudar, ‘olha, estuda isso e já pode tirar a máscara’. Ele abre um estudo. É um cara ‘sim, senhor, não, senhor'”, seguiu

Por FolhaPress 27/09/2021 4h55
Foto: Pedro França/Agência Senado

Mônica Bergamo

O senador e presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), comparou a atitude do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de mostrar o dedo do meio a ativistas que protestavam contra o governo em Nova York ao comportamento de “um marginalzinho”.

As declarações foram feitas pelo parlamentar nesta segunda-feira (27), durante entrevista ao programa “Oito em Ponto”, apresentado pelo advogado criminalista Sergei Cobra Arbex na Rádio Cultura FM. “O Queiroga, que é medico, ele dá cotoco lá nos Estados Unidos para as pessoas, mostra o dedo do meio. Veja bem, olha o ministro da Saúde! Você espera isso de um marginalzinho, de uma pessoa sem qualificação nenhuma, mas de um ministro de Estado? Qual a diferença entre eles dois? Nenhuma”, afirmou Aziz ao programa.

“O presidente manda o cara estudar, ‘olha, estuda isso e já pode tirar a máscara’. Ele abre um estudo. É um cara ‘sim, senhor, não, senhor'”, seguiu.

Na semana passada, enquanto a comitiva presidencial estava em Nova York para a Assembleia-Geral da ONU, cerca de dez pessoas gritavam palavras de ordem contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), como “genocida” e “assassino”, em frente à residência da missão brasileira junto à ONU, no Upper East Side.

O ministro Marcelo Queiroga, de dentro de uma van, chegou a se levantar do assento e mostrar o dedo do meio para os manifestantes, que responderam com gritos e fazendo o mesmo gesto.

Ao “Oito em Ponto” nesta segunda, Omar Aziz ainda disse que a única diferença entre o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e Marcelo Queiroga é que um usa farda, e o outro, bata.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O senador ainda afirmou que se equivocaram os que acharam que a CPI terminaria em pizza, e disse que todas as pessoas que cometeram crimes na pandemia da Covid-19 terão que pagar pelos seus atos. “Essa CPI não é a CPI igual às outras. Essa CPI estava na casa dos brasileiros”, disse. “Não era uma questão abstrata, é uma situação que o povo brasileiro viveu”, seguiu Aziz.

O programa “Oito em Ponto” vai ao ar pelo 103.3 FM de segunda à sexta-feira, às 8h, na Rádio Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.








Você pode gostar