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“Não estou à venda. Vou sair de cabeça erguida”, diz Joice Hasselmann

Joice aguarda na Justiça a liberação para deixar o PSL. A condição para ingressar em outro partido é o caminho da terceira via

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Nesta quarta-feira (23), a deputada de São Paulo Joice Hasselman afirmou, ao falar sobre a ação que tem movido contra o Partido Liberal Social (PSL), que “nunca me vendi e não vou me vender. Vou sair de cabeça erguida”, disparou. Hasselman ainda pediu desculpas ao Brasil e ao seu estado por ter acreditado nas “promessas mentirosas” do presidente da República e do partido, que, segundo ela, virou um “balcão de negócios”.

A deputada lamentou o fato da sigla ter perdido a chance de ser a expressão da direita racional do País, fazendo um contraponto inteligente à esquerda. Pediu no plenário a CPI do DPVAT, em menção ao caso de Luciano Bivar, presidente do PSL, um dos sócios da empresa credenciada ao seguro obrigatório para indenizar vítimas de acidentes de trânsito. Joice relembrou a troca de apoio para ele ser eleito Primeiro Secretário da Câmara Federal e também da relação com Flávio Bolsonaro, filho do presidente.

Joice aguarda na Justiça a liberação para deixar o PSL. A condição para ingressar em outro partido é o caminho da terceira via e não estar com Bolsonaro em 2022.






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