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Política & Poder

Mesmo com ‘convertidos’ à oposição, GDF tem dois votos a mais para aprovar Gestão da Saúde

Arquivo Geral

24/01/2019 17h42

Plenário da Câmara Legislativa vota projeto de lei que amplia moldes do Instituto Hospital de Base. Foto: Vitor Mendonça/Jornal de Brasília

Eric Zambon
eric.zambon@grupojbr.com

A oposição tomou as primeiras posições para se manifestar na sessão extraordinária da Câmara Legislativa do DF, assim, a pauta sequer havia sido lida até as 17h20 desta quinta-feira (24). O principal ponto é o projeto de lei que estende o modelo de gestão do Instituto Hospital de Base a outras unidades de saúde do DF. 

Aliados do Executivo na votação para a presidência da Casa, Jorge Vianna (Podemos) e João Cardoso (Avante) se posicionaram contra a proposta e, como o quórum é de 20 parlamentares, fazem com que a base tenha apenas dois votos a mais em relação aos contrários.

Mesmo que o grupo contra as propostas converta outro deputado e iguale os lados (11 a 11), o voto de minerva seria do presidente Rafael Prudente (MDB), que é notoriamente favorável à iniciativa do Executivo. Para barrar o projeto polêmico, a oposição teria de conseguir dois distritais para seu lado, algo distante no contexto atual.

Assista ao vivo:

Antes favoráveis às propostas para a segurança pública, como o aumento de R$ 300 para R$ 400 para serviço voluntário de policiais civis, os contrários também articulam para votar contra essa matéria também. Eles alegam que não há previsão no orçamento para seguir com a bonificação e ainda que os agentes de segurança podem cair na malha fina por voltarem ao serviço, no caso dos aposentados.

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