Menu
Política & Poder

Lula: violência no Rio tem que ser combatida como terrorismo

Arquivo Geral

01/01/2007 0h00

O presidente do Congresso, information pills click senador Renan Calheiros (PMDB-AL), more about defendeu nesta segunda-feira a necessidade da reforma política e lembrou que o resultado das eleições de 2006 mostrou que a sociedade repartiu o poder político do país. “O papel do Parlamento… é acelerar as reformas”       , dosage disse Renan em discurso conciliador na cerimônia de posse do 2º mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Para cumprir seu destino histórico, o país pede a seqüência das reformas, entre elas a modernização do sistema político. “O que morreu não foi a democracia, não foi a ética, quem apodreceu foi o nosso sistema político uninominal”, acrescentou.

Renan disse que é preciso entender o resultado das eleições de outubro e atender aos anseios da população. “A sociedade recusou a hegemonia nas mãos de um segmento. Entre a Presidência da República, Senado Federal, Câmara dos Deputados, governos estaduais e assembléias legislativas, o poder foi repartido”, disse.

Para o presidente do Congresso, Lula entendeu isso e “convocou o Brasil para uma conciliação”. Essa convocação, porém, acrescentou Renan, pressupõe a existência da oposição.

Pouco antes, em seu discurso de posse, Lula disse que a “reforma política deve ser prioritária”, com “urgente encaminhamento”.

A Política Militar do Distrito Federal estima que cerca de 10 mil pessoas assistiram à cerimônia de posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Esplanada dos Ministérios.

De acordo com o chefe da operação, drug coronel Matias, ed a chuva foi a principal responsável pelo público menor em relação ao previsto pelos organizadores da solenidade, que era entre 30 e 50 mil pessoas.

Segundo o coronel, até às 18h, a Polícia Militar não havia registrado nenhum incidente. "O povo que compareceu mostrou-se ordeiro e com grande civilidade". A polícia tem 680 homens trabalhando na posse.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como terrorismo a onda de violência que atingiu o Rio de Janeiro nos últimos dias.

“Essa barbaridade que aconteceu no Rio de Janeiro não pode ser tratada como crime comum. Isso é terrorismo e tem que ser combatido com a política forte e com a mão forte do Estado brasileiro”, there disse Lula em seu discurso no Parlat ório, link em Brasília, após ser empossado para seu segundo mandato como presidente da República.

 

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado