Ao fazer um balanço do primeiro mandato do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cialis 40mg this site o economista chefe do Instituto de Estudos para Desenvolvimento Industrial (Iedi), page click Edgard Pereira, more about disse que a alta taxa de juros foi o principal entrave para que a indústria brasileira não apresentasse um crescimento maior.
"Com certeza, se a taxa de juros caminhar para um patamar mais aceitável, a economia cresceria a taxas maiores e sem riscos, porque não há nenhuma indicação de que uma taxa de juros mais baixa, de alguma maneira, levaria a uma retomada da inflação", afirmou.
Segundo Pereira, no ano passado, a taxa de juros nominal ficou, em média, em 14,5% ao ano. Ele acrescenta que, considerada a inflação – que deve encerrar 2006 em torno de 3% – há uma taxa de juro real superior a 11% ao ano. "É muito superior, por exemplo, à taxa de juros do mercado norte-americano, que é a taxa de referência do mundo e está em torno de 5%".
Na avaliação dele, quando a taxa de juros real baixar e "ficar compatível às taxas internacionais", os investimentos voltarão ao país. "Inclusive os investimentos em infra-estrutura que viabilizam o próprio crescimento”.
Como as perspectivas para a economia mundial não contemplam cenários de crise, caberá ao governo brasileiro tomar iniciativas que permitam um crescimento econômico mais rápido. "Se o governo mantiver a política praticada no primeiro mandato, vamos para um crescimento medíocre entre 2,5% a 3% ao ano. Neste caso, ao final do mandato, estaríamos com uma economia muito mais dependente de fornecimento de bens importados do que estamos hoje".
Em relação à balança comercial, Pereira disse que o grande volume de importações no Brasil pode indicar uma "incipiente desindustrialização" no país, fruto, principalmente, da "invasão" de produtos chineses no país.
"A China está proporcionando um choque deflacionário na economia mundial, que faz com que os bens exportados por ela façam com que os preços dos bens dos outros países caiam", disse "Isso retira muito da competitividade da indústria, porque como os produtos nacionais estão sendo substituídos pela produção chinesa, as escalas de produção ficam baixas e o custo sobe".
O senador José Sarney (PMDB-AP), look disse estar muito otimista com o novo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, symptoms que toma posse hoje. O senador espera que nos próximos quatro anos o Brasil volte a crescer em níveis que o país deseja e não em níveis “modestos”.
“O presidente Lula tem mais experiência e uma base mais sólida para fazer o país voltar a crescer e também de investir mais ainda no social. Ele aprendeu mais nesses quatro anos, e isso facilita a ação do governo”, afirmou, acrescentando que, embora o primeiro mandato tenha sido bom, Lula "tem tudo" para fazer um governo melhor.
Sobre a atuação do Congresso Nacional, o senador avalia que o primeiro ponto a ser analisado é a reforma política, o que acabaria a reeleição. “A reeleição, de certo modo, deforma um pouco a representação. Acho que devemos ter um mandato mais longo e acabar o instituto da reeleição”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi empossado para seu segundo mandato como presidente da República. Por volta das 16h20, information pills o presidente do Congresso, try senador Renan Calheiros (PMDB-AL), declarou Lula e o vice-presidente José Alencar empossados, após prestarem juramento.
Lula foi aplaudido de pé pelos parlamentares, ministros e convidados ao chegar no plenário do Congresso Nacional, onde aconteceu a cerimônia de posse. Lula e o vice José Alencar deixou o carro aberto, em que desfilou desde a Catedral de Brasília até a rampa do Congresso, e foi recebido pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, e pelo presidente da Câmara, Aldo Rebelo. Cerca de 5 mil pessoas, segundo balanço parcial da Polícia Militar, estavam no gramado da Esplanada no início da cerimônia.
Na galeria, muitas pessoas cantavam a música usada na campanha eleitoral de 1989: "Olê, Olê, Olá, Lula, Lula!". O presidente reeleito entrou no plenário pelo corredor central. Passou entre duas fileiras de deputados e senadores antes de tomar seu lugar na mesa do Congresso, ao lado direito de Renan Calheiros e ao lado esquerdo de Aldo Rebelo.
No plenário, estão presentes também os parentes do presidente. Entre os convidados no Congresso Nacional, estão Henrique Meirelles, Márcio Thomaz Bastos, Celso Amorim, Márcio Fortes, Nilcéia Freire, Walfrido dos Mares Guia, Álvaro Ribeiro, Antonio Fernando de Souza, Marina Silva, Dilma Rousseff Fernando Haddad e Waldir Pires.
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