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Política & Poder

Flávio afirma que Lula promete ônibus e não vai entregar

O presidenciável do PL criticou a proposta do governo de enviar uma emenda constitucional para garantir a gratuidade, dizendo que é mais uma “promessa vazia e mentirosa”. As

Redação Jornal de Brasília

15/10/2026 21h21

flavio bolsonaro (5)

Foto: AFP

Flávio Bolsonaro declarou nesta quinta-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não vai cumprir a promessa de criar um passe livre no transporte público aos fins de semana. Em sua live semanal, o candidato à Presidência afirmou que Lula “está prometendo tudo que não vai entregar”.

O presidenciável do PL criticou a proposta do governo de enviar uma emenda constitucional para garantir a gratuidade, dizendo que é mais uma “promessa vazia e mentirosa”. As declarações foram feitas ao lado dos deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Guilherme Derrite (PP-SP) durante transmissão gravada em Capelinha, Minas Gerais.

Flávio afirmou que também conseguirá aprovar a redução da maioridade penal antes de assumir um eventual governo. Ele defendeu emenda apresentada por seu coordenador de campanha, o senador Rogério Marinho, que sugere baixar a idade para 16 anos na maioria dos crimes e para 14 anos nas situações de tráfico de drogas e organização criminosa.

O candidato classificou como típicos de “governos ditatoriais” e “fascistas” a proposta original da PEC da Segurança Pública do governo. Segundo ele, Lula queria “controlar a polícia” e centralizar as atribuições, retirando poderes dos Estados.

Por sua vez, Nikolas Ferreira ponderou que a redução da maioridade penal não seria uma “bala de prata” para a segurança pública. O deputado disse que isso depende de vários fatores, mas classificou a medida como “importantíssima”.

Flávio ainda criticou a emenda do líder do PT no Senado, Camilo Santana, que propõe reduzir a maioridade para crimes hediondos. Para ele, essa alteração não alcançaria narcotraficantes.

Ao comentar pesquisa Datafolha divulgada no mesmo dia que o colocava à frente de Lula no segundo turno, o presidenciável afirmou que sua vantagem real é ainda maior. Ele disse que o levantamento não demonstra a diferença total entre os eleitores.

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