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Distorção sobre reformas de Temer prejudicaram Marta, diz coordenador de campanha

Por Agência Estado 29/09/2016 12h04

Coordenador de campanha de Marta Suplicy (PMDB), José Yunes, fala, em entrevista, sobre impacto de medidas propostas do governo do presidente Michel Temer – como a reforma trabalhista – sobre desempenho de peemedebista na disputa pela Prefeitura de São Paulo.<p><p><b>Como explica a queda de Marta Suplicy nas pesquisas?</b><p><p>Uma parte da pesquisa, cerca de 30%, pode migrar. Esse eleitorado é que definirá o segundo turno. Talvez a queda se deva aos ataques de Fernando Haddad. O governo Michel Temer explicou que as notícias sobre as reformas foram distorcidas. Isso causou uma confusão na mente do eleitor. A reforma trabalhista não é nada daquilo que foi vinculado.<p><p><b>Mas esse discurso pegou?</b><p><p>Infelizmente pegou. A campanha se nacionalizou. Isso foi ruim para Marta.<p><p><b>Por que a campanha de Marta mirou em Celso Russomanno?</b><p><p>A disputa ferrenha deles é na mesma faixa, a periferia.<p><p><b>O que pretendem fazer para virar o jogo na reta final?</b><p><p>Esclarecer as dúvidas que foram criadas na mente do eleitor e deixar claro que a eleição é municipal. Temos uma esperança enorme de estar no segundo turno. Nossos adversários são Haddad e Russomanno.<p><p><b>Teme uma onda de voto útil em Haddad?</b><p><p>Se houver essa onda de voto útil será para Marta. O eleitorado rejeita o PT. <br /><br /><b>Fonte: </b>Estadao Conteudo








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