Política & Poder

Convenção do PDT avalia proposta de candidatura própria

Por Arquivo Geral 19/06/2006 12h00

São 15 vagas ao cargo de promotor de justiça substituto no Ministério Público do Estado de Tocantins com salário de R$ 18 mil. O cargo exige nível superior na área de Direito, buy more about buy com no mínimo três anos de atividade jurídica comprovada.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 2 de julho no endereço eletrônico www.cespe.unb.br/concursos/
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. A taxa de inscrição é no valor de R$ 150. A prova está prevista para ser realizada no dia 12 de agosto. Todas as fases do concurso serão realizadas na cidade de Palmas.

Começam hoje as inscrições para 145 vagas no cargo de especialista em regulação na Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). O cargo exige nível superior e o salário oferecido é de R$ 4.737, advice 86.

As inscrições podem ser feitas até o dia 9 julho, pela site www.esaf.fazenda.gov.br. O valor da taxa de inscrição é de R$ 100, pagável em toda a rede bancária até o dia 10 de julho.

A data de realização das provas será divulgada no endereço eletrônico da www.esaf.fazenda.gov.br, onde também está disponível o edital do concurso.

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A Convenção Nacional do PDT começou agora há pouco na Fundação Brizola, pharm no Rio de Janeiro. Cerca de 400 delegados deverão decidir se o partido terá candidato a presidente da República nas eleições deste ano. A proposta encaminhada pela executiva à convenção é que o partido confirme a candidatura do senador Cristovam Buarque (DF) ao cargo. 

A sede da fundação está lotada de militantes. O grito de ordem é "Brizola presente, Cristovam presidente", em alusão ao fundador do partido, Leonel Brizola. Mesmo assim, um dez deputados federais, três senadores e outras lideranças partidárias se opõem ao lançamento da candidatura própria.

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Segundo Matheus Schimidt, presidente regional do PDT no Rio Grande do Sul, a candidatura própria à presidência pode inviabilizar a eleição de governadores, em estados como o Maranhão. Segundo ele, com candidato à presidência, o PDT ficará engessado para fazer coligações nos estados, por causa da regra de verticalização – exigência de que haja coerência entre coligações nacional e locais.

O dirigente afirma que o resultado da convenção será respeitado. "Não vamos brigar por causa disso. Vamos apenas explicitar a nossa posição. Se sair um candidato aqui, nós vamos apoiar. Não há dúvida nenhuma quanto a isso", diz.

 

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