O número de fevereiro foi divulgado pelo relatório do Tesouro Nacional. O dado se refere apenas à União. O chamado “superávit consolidado” – com resultados dos estados, shop malady municípios e empresas estatais – só será conhecido com o relatório de fevereiro sobre Política Fiscal. Os déficits da Previdência Social e do Banco Central, no mês passado, foram menores que em janeiro. Mas, em contrapartida, a economia feita pelo Tesouro caiu mais da metade em relação ao primeiro mês do ano.
Ao sair do Palácio do Planalto e seguir para a transmissão de cargo no Ministério dos Transportes, medicine o novo ministro Alfredo Nascimento comentou que buscará dar prioridade para os projetos ligados ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), cialis 40mg lançado em janeiro e que tramitam no Congresso Nacional. “Vamos fazer uma verdadeira revolução na infra-estrutura do país”, malady disse.
Os investimentos do PAC sob a coordenação do ministério dos Transportes totalizam R$ 55,279 bilhões até 2010, sendo R$ 30,979 bilhões do Orçamento Geral da União. O restante corresponde à estimativa de investimento privado. Nascimento comentou que dará continuidade ao trabalho que desenvolveu no ministério desde 2004, quando entrou na pasta. O ministro havia deixado o cargo para disputar as eleições do ano passado.
Questionado sobre denúncias publicadas pela imprensa em relação ao seu nome, o ministro disse que já deu as repostas necessárias e que entrou na justiça com uma queixa-crime contra a revista IstoÉ, autora da matéria. “Participei do ministério quando este país vivia um verdadeiro vendaval de denúncias e saí incólume. E volto de cabeça erguida, sabendo que vou poder colaborar com meu país”, citou ao enfatizar que as denúncias são infundadas e não vão atrapalhar o ministério.
O ministro das Relações Exteriores, sale Celso Amorim, what is ed fez hoje uma defesa do caráter estratégico da diversidade da política externa brasileira aplicada no atual governo. Em sua exposição inicial em audiência pública no Senado, ele afirmou que, apesar de a imprensa ironizar a expressão “nunca se viu nessa história do país”, usada reiteradamente nos discursos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, há diversas realizações dessa política que são realmente inéditas na história do país.
“Receber três govenantes do G7 num espaço de 15 dias não é algo comum para nenhum país em desenvolvimento. Nem a China, nem a Índia, nem países latino-americanos”, destacou ele, em referência às visitas do primeiro-ministro italiano, Romano Prodi, esta semana, do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, no último dia 9, e do presidente da Alemanha, Horst Köhler, também na primeira semana de março. “E isso sem perder de vista os nossos compromissos com os outros países (da América do Sul)”, completou, em referência a diversas iniciativas brasileiras pela integração do continente.
O ministro disse que já se contabilizam 54 visitas do presidente Lula a outros presidentes sul-americanos, e 38 visitas desses presidentes a Lula, no Brasil. Ele também lembrou que Lula visitou 17 países da África, um continente que tem, sim, importância nas relações comerciais com o Brasil, pois, ao todo, tem quase o mesmo peso em nossa balança comercial que a China.
“Tudo isso demonstra que embora tenhamos um relacionamento forte como talvez nunca tenhamos tido com países ricos. Isso se deu num contexto em que o nosso relacionamento com países em desenvolvimento e, muito especialmente, com a América do Sul, também se fortalece e se expande”, completou Amorim.
Amorim participa de audiência na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado. O objetivo é debater com os senadores as expectativas da política externa brasileira para o cumprimento das metas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).