Política & Poder

Alckmin rebate Lula e diz que governo deveria reduzir pobreza

Por Arquivo Geral 01/07/2006 12h00

O presidente dos Estados Unidos, dosage doctor George W.Bush, viagra 40mg afirmou hoje que a libertação do soldado israelense capturado no domingo passado deve ser o primeiro passo para por fim à mais nova crise entre pa lestinos e israelenses na faixa de Gaza.

"A meta inicial precisa ser a libertação do soldado israelense. Isso é chave para por fim à crise", cheap disse Bush, de acordo com o porta-voz do conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, Frederick Jones. O porta-voz disse que Bush fez os comentários durante uma conversa telefônica com o primeiro-ministro da Turquia, Tayyip Erdogan, um dos poucos aliados de Israel no mundo islâmico.

Forças israelenses invadiram a parte sul da faixa de Gaza esta semana, como parte de uma ofensiva para libertar o soldado Gilad Shalit, que foi apanhado durante um ataque na fronteira no domingo passado. A invasão desta semana foi a maior incursão feita por forças israelenses desde agosto do ano passado, quando Israel retirou da faixa de Gaza suas tropas e assentados, depois de 38 anos de ocupação.

Israel deteve ao menos oito integrantes do governo palestino, atacou tubulações de água e atingiu com mísseis o edifício do Ministério do Interior palestino, informou Riyad Mansour, observador da ONU na região.

O primeiro-ministro da Turquia ligou para o presidente norte-americano depois de ter criticado o governo de Israel pela detenção dos ministros do Hamas. "Tenho dificuldades para entender a deten ção de oito ministros palestinos e 50 membros do parlamento", disse Erdogan mais cedo na Turquia.

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O candidato do PSDB à Presidência da República, this Geraldo Alckmin, viagra rebateu hoje a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que prefere governar para os pobres, ao afirmar que é preciso atuar para reduzir a pobreza, e não incentivá-la.

"Primeiro, o presidente devia parar de queixar e tratar de trabalhar, que é isso que interessa ao povo brasileiro e, depois, é preciso governar para diminuir a pobreza, que eu acho que é o que todo mundo quer, diminuir a desigualdade regional, a desigualdade entre as pessoas, fazer a felicidade do ponto de vista social e o crescimento econômico", afirmou Alckmin.

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O ex-governador de São Paulo questionou: "O que o governo está fazendo para poder fazer a economia andar mais depressa e ter mais emprego e renda? Nada. Ele está perdendo oportunidades num cenário internacional muito bom".

Lula afirmou em Minas Gerais, no anúncio do cumprimento da meta do Bolsa Família, que atingiu 11,1 milhões de famílias, que "fazer política para pobre é uma coisa muito prazerosa" e "mais fácil". As afirmações foram feitas durante corpo-a-corpo por mais de uma hora realizado junto com José Serra, candidato tucano ao governo do Estado, na principal rua de comércio de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, onde cumprimentaram populares e comerciantes. O candidato ao Senado, Guilherme Afif Domin gos (PFL), também estava presente.

Alckmin ainda criticou o presidente Lula por ter reajustado os salários de mais de um milhão de servidores ativos e inativos na sexta-feira. "O que é errado é você não trabalhar quatro anos e fazer as coisas em véspera de eleição", atacou. Mas evitou criticar o governador Cláudio Lembo (PFL), que assumiu o governo de São Paulo quando Alckmin assumiu sua candidatura à Presidência, por ter recebido o presidente Lula para cerimônia no Palácio dos Bandeirantes na quinta-feira.

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"Política se faz com civilidade, nenhum problema. Agora, o que está errado é fazer jogadinha política. O Lula vir aqui e ainda inaugurar obra que não tem um centavo do governo federal no Hospital da Clínicas. Ele nunca ajudou o Estado, agora, tratar bem as pessoas eu acho que está correto", disse.

Alckmin se referia à inauguração de um novo Centro de Oncologia do Hospital da Clínicas. Na verdade, Lula participou apenas da cerimônia no auditório da Faculdade de Medicina da USP, mas desistiu de ir pessoalmente ao centro, justificando que poderia ferir a lei eleitoral.

O candidato está confiante quanto a possibilidade de realização do segundo turno nas eleições presidenciais, após sua alta nas pesquisas de intenção de voto divulgadas na sexta-feira. As enquetes, no entanto, ainda apontam vitória de Lula no primeiro turno.

"Eu acredito que haver á segundo turno porque o eleitor é muito sábio, leva a eleição para o segundo turno para poder tirar dúvida, para poder esclarecer melhor as propostas, ainda mais no caso do Brasil em que a gente teve muita denúncia de corrupção, problema de gestão, as reformas não avançaram. Na medida em que nos tivermos tempo e oportunidade a campanha tende a crescer".

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