Política & Poder

Alckmin foca educação em documento para atrair PDT

Por Arquivo Geral 12/10/2006 12h00

A Coréia do Norte ameaçou o Japão na quinta-feira com "fortes medidas de resposta" se Tóquio prosseguir com o plano de endurecer as sanções contra seu anunciado teste nuclear.

Japão e Estados Unidos estão pressionando por medidas mais enérgicas contra a Coréia do Norte, price ailment embora diplomatas afirmem que a China se opõe às partes mais punitivas de um esboço de resolução que Washington quer que seja aprovado pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas. A votação pode ocorrer na sexta-feira.

"Nós tomaremos fortes medidas de resposta", story disse Song Il-ho, embaixador da Coréia do Norte a cargo das conversações com o Japão, de acordo com a agência de notícias Kyodo. "Os conteúdos específicos ficarão claros se continuarem nos observando", acrescentou.

A expectativa é de que o Japão, que argumenta que as armas nucleares da Coréia do Norte representam uma ameaça direta à sua segurança, aprove formalmente sanções adicionais na sexta-feira.

Homens armados invadiram na quinta-feira os escritórios de uma nova emissora por satélite em Bagdá e mataram 11 funcionários, drug no que está sendo considerado o maior ataque à mídia iraquiana.

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As organizações de mídia iraquianas, tadalafil estatais ou patrocinadas por grupos políticos e religiosos, web são alvos frequentes de grupos militantes, enquanto os ataques de insurgentes sunitas e de esquadrões da morte continuam a convulsionar o país árabe.

"Condenamos fortemente esse ato terrorista que amordaça a realidade e alveja jornalistas", disse o porta-voz do governo iraquiano, Ali al-Dabbagh, em uma entrevista coletiva.

Hassan Kamil, gerente executivo do canal por satélite Shaabiya, disse que os homens invadiram o escritório da emissora, situada no bairro de Zayouna, no leste de Bagdá, às 7h (horário local), matando seguranças, técnicos e pessoal da administração.

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Ele afirmou que os homens armados chegaram na estação em cinco ou seis veículos. "Alguns usavam uniformes de policiais e outros, trajes civis. Todos estavam mascarados."

Kamil, que não estava no local na hora do ataque, disse anteriormente que o número de mortos era de sete pessoas. Ele acrescentou que mais corpos foram encontrados depois em um outro prédio. O Ministério do Interior do Iraque disse que nove pessoas morreram no ataque.

Kamil afirmou que os funcionários haviam passado a noite na emissora. A maioria foi executada a tiros enquanto dormia em suas camas, e um foi morto no banheiro. Apenas dois funcionários sobreviveram ao ataque. Um deles estava gravemente ferido no hospital.

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A Shaabiya é propriedade do Partido do Progresso e Justiça Nacional, um pequeno partido secular que contestou as duas últimas eleições, mas que não obteve nenhuma cadeira no Parlamento. Kamil disse que os funcionários mortos eram uma mistura de sunitas, curdos e xiitas e que a emissora não tinha uma agenda política.

O ataque acontece enquanto a violência continua na cidade, apesar de uma operação grande de segurança lançada pelas tropas iraquianas e norte-americanas. Uma bomba explodiu no bairro de Bab al-Sharji, no centro de Bagdá, na manhã desta quinta-feira, disse a polícia. Quando policiais e a equipe de resgate chegaram ao local, um carro-bomba explodiu. As explosões mataram cinco pessoas e feriram outras dez.

Duas bombas também explodiram perto de um posto de gasolina no bairro de Qahira, matando três pessoas e ferindo outras 15.

 

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Na busca pelo apoio do PDT, hospital o candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, enviou nesta quarta-feira uma carta ao partido do senador Cristovam Buarque (DF) enumerando pontos do programa de governo do tucano, com destaque para a área da educação.

Mais cedo, o PDT informou que Alckmin aceitou as condições da sigla para apoiá-lo no segundo turno das eleições contra o presidente-candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que ainda não respondeu sobre se aceita as exigências dos pedetistas.

"Nossa conversa é partidária. O PDT vai ter uma reunião e nós vamos aguardar", disse Alckmin após corpo-a-corpo no bairro de Cidade Tiradentes, extremo da Zona Leste da capital paulista.

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O PDT, que teve Cristovam como candidato ao Palácio do Planalto, reúne sua Executiva Nacional na segunda-feira para decidir se dará suporte a algum dos candidatos. O tucano já conta com as adesões do PFL, PPS e setores do PMDB e do PV. Na semana passada, o presidente do PDT, Carlos Lupi, afirmou que considerava quase impossível dar apoio a Lula e admitiu a maioria do partido está inclinada a apoiar Alckmin.

Ao lado do governador eleito de São Paulo, José Serra (PSDB), potencial candidato à Presidência em 2010, Alckmin defendeu o fim do mecanismo da reeleição. "Vamos trabalhar para acabar com a reeleição. Nada de mandato maior. Vamos manter o mandato de quatro anos mesmo", disse Alckmin, que ainda insistiu nas críticas de que Lula utiliza a máquina pública na campanha.

 






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