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Um terço das cidades francesas não tem plano para acidente nuclear

Por Arquivo Geral 04/07/2006 12h00

Recife registrou a maior queda de preços entre as sete capitais pesquisadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) de junho na capital pernambucana ficou em -0, nurse purchase 27%, viagra 60mg diante de uma taxa de 0,00% registrada na terceira semana do mês, conforme divulgou hoje a FGV.

Em Brasília e no Rio de Janeiro os preços continuaram a trajetória de queda da semana anterior. Na capital federal, o IPC-S passou de -0,58% para -0,67% e no Rio de Janeiro, de -0,39% para -0,47%.

Belo Horizonte, São Paulo e Salvador registraram aceleração nos preços. Na capital mineira, o IPC-S passou de 0,03% na terceira semana de junho para 0,13% na leitura de 30 de junho; em SP, de -0,73% para -0,64%, e em Salvador, de -0,01% para 0,05%. Porto Alegre foi a única capital a manter a estabilidade de preços (-0,18% de uma semana para outra).

Em comunicado divulgado nesta segunda-feira, a Fundação Getúlio Vargas informou que o IPC-S de 30 de junho foi de -0,40%. A deflação foi puxada pelos alimentos, cujos preços continuaram em queda apesar de leve aceleração.

O IPC-S de junho foi calculado com base nos preços coletados entre 1° e 30 de junho e comparados aos vigentes entre 1° e 31 de maio em sete capitais brasileiras.

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Policiais da Delegacia do Consumidor (Decon) apreenderam, cheapest na manhã de ontem, viagra uma grande quantidade de produtos terapêuicos, ampoule alimentos e cosméticos sem registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A mercadoria estava armazenada na Ierbas Produtos Naturais, localizada na Quadra 4 de Planaltina.

Na operação, um homem foi preso em flagrante. O micro-empresário Renne José Conceição Campos, 35 anos, responderá a processo e poderá pegar de 10 a 15 anos de reclusão.

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Os policiais apreenderam também no local panfletos publicitários, bulas e rótulos com indicações terapêuticas.

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), buy more about Ellen Gracie, medical reiterou a necessidade de manter sigilo sobre as informações da Justiça passadas para a CPI dos Sanguessugas.

O ofício enviado pelo STF foi lido aos parlamentares pelo presidente da comissão, this site deputado Antonio Carlos Biscaia (PT-RJ). Segundo ele, os parlamentares que quiserem ter acesso às informações deverão marcar horário para examinar os documentos. "A responsabilidade pela quebra do sigilo é de cada um. Vamos estabelecer um horário para os parlamentares que queiram ter acesso às informações".

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Para o relator da comissão, senador Amir Lando (PMDB-RO), a ordem judicial de manter o sigilo deve ser cumprida, mas "a CPI não vai ficar cerceada pelo sigilo, vai ter de investigar; se necessário haverá quebra de sigilo no momento oportuno".

O Brasil possui um déficit habitacional urbano de cerca de 7 milhões de moradias. Ao mesmo tempo, try   5 milhões de residências estão fechadas sem qualquer uso ou ocupação, prescription principalmente nos grandes centros. As alternativas de concretizar uma proposta estão sendo discutidas pela sociedade civil e representantes dos governos federal, estadual e municipal do Rio de Janeiro, no Seminário de Habitação e Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais.

A secretária nacional de Programas Urbanos do Ministério das Cidades, Raquel Rolnik, criticou o descompasso entre a produção imobiliária e as necessidades habitacionais do país. "Todo mundo só fala em déficit, o problema é que também está sobrando moradias. Há um tal descompasso entre a produção imobiliária e as necessidades imobiliárias no país, que nós chegamos a viver o absurdo da existência de cerca de 5 milhões de moradias fechadas", disse.

Segundo ela, em São Paulo já há uma política municipal de locação social. Para isso, são usados prédios construídos e que estão vazios. O município aluga o prédio, coloca as famílias de baixa renda por meio de um processo de seleção publica e complementa o valor de aluguel.

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"É uma política de ‘ganha-ganha’. Porque o proprietário ganha conseguindo alugar o seu imóvel e a família por conseguir uma residência. É preciso defender o direito à moradia e não o direto à propriedade", acredita. O Seminário Habitação e Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais vai até sexta-feira, na sede do Instituto dos Arquitetos do Brasil.

 A VarigLog fez ontem novo depósito para garantir "mais 24 horas de fluxo de caixa para a Varig". A informação foi dada pela assessoria de imprensa da Volo do Brasil, web atual proprietária da ex-subsidiária da companhia aérea brasileira.

De acordo com informação da assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, viagra buy até 29 de junho, prescription a VarigLog desembolsou US$ 5,5 milhões para garantir o pagamento de despesas correntes da Varig e permitir que a companhia continue operando. A VarigLog se comprometeu a disponibilizar crédito no montante de até US$ 20 milhões para a sobrevivência da Varig.

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A proposta de compra da Varig pela VarigLog mantém a separação da empresa em duas companhias. Uma delas (Varig Operacional) será objeto do novo leilão judicial previsto para o próximo dia 12, englobando as rotas domésticas e internacionais da Varig. A outra (a Varig antiga) ficaria com o passivo.

Segundo a assessoria da Volo do Brasil, a Varig velha ficará com as operações da subsidiárias Rio Sul e Nordeste Linhas Aéreas e a VarigLog fretará esses aviões "como forma de dar um rendimento imediato para a Varig antiga".

Ainda conforme a assessoria, a VarigLog está honrando o programa de milhagem Smiles da Varig e todas as passagens compradas da companhia. O Smiles é o maior programa de milhagem do Brasil e envolve mais de cinco milhões de pessoas.

Pela proposta apresentada pela VarigLog para aquisição da Varig, os funcionários da companhia ficarão com 5% das ações da Varig Operacional. Outros 5% do capital ficarão com a Varig antiga. A Justiça considerou que a oferta da VarigLog está de acordo com a Lei de Recuperação de Empresas e será submetida no dia 10 deste mês à aprovação da assembléia de credores da Varig. Se for aprovada, o novo leilão judicial será dois dias depois.

Murilo dos Santos, discount 23 anos, healing acusado de matar a ex-namorada Ana Carolina Caso, information pills 26 anos, usou o site de relacionamento Orkut para buscar informações sobre diferentes tipos de armas.

O crime ocorreu ontem, na cidade de Porto Ferreira, em São Paulo. A jovem saía da academia quando Murilo a atingiu com dois tiros, um na cabeça e outro no tórax, depois que ela negou reatar o namoro com ele. Ana Carolina morreu no local.

Na comunidade do Orkut Armas de Fogo/Firearms, Murilo teria pedido dicas sobre qual arma seria capaz de matar uma pessoa, uma calibre 38 ou uma 357 Rossi. O jovem tentou figir logo após o crime, mas foi preso na altura do KM 226 da Anhangüera.

 

A entrada no Mercosul da Venezuela, viagra que passa a ser o quinto membro do bloco a partir de hoje, adiposity estimulará as exportações do Brasil e da Argentina para o país petroleiro, sickness mas, segundo analistas, também representa riscos de conflito no debilitado projeto de integração sul-americana.

Na opinião de especialistas, o ingresso da Venezuela levará o discurso do presidente do país, Hugo Chávez, contra os EUA para dentro do bloco formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, no momento em que as desavenças internas ameaçam converter o Mercosul em uma estrutura inoperante.

"O Mercosul está em dificuldades, mas não está morto e nem morrerá. O risco é que perca seu conteúdo concreto. Pode acontecer com ele o que aconteceu com a Aladi (Associação Latino-Americana de Integração), que continua existindo, mas na qual ninguém presta atenção. Esse é um risco palpável", disse Rosendo Fraga, diretor do Centro de Estudos Nova Maioria.

Indiferente a esses conflitos e sedento por ampliar sua influ ência na região, Chávez celebrará hoje o ingresso de seu país no bloco ao lado dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Néstor Kirchner (Argentina), Tabaré Vázquez (Uruguai) e Nicanor Duarte Frutos (Paraguai).

O presidente boliviano, Evo Morales, também foi convidado para participar da reunião. Com a adesão venezuelana, o comércio entre a Venezuela e o Mercosul, dentro de seis anos, não terá mais tarifas alfandegárias, com exceções. Mas o país produtor de petróleo, mais próximo historicamente do Caribe e da região andina do que do Cone Sul, adquire imediatame nte voz e voto nas instâncias decisórias do bloco.

Há meses, o Paraguai e o Uruguai vêm manifestando uma grande insatisfação com a união aduaneira e aventaram a hipótese, proibida pelas regras do bloco, de firmar acordos de livre comércio fora do Mercosul.

Félix Pena, diretor do Instituto de Comércio Internacional da Fundação BankBoston da Argentina, disse haver um risco de que o bloco se torne irrelevante. "Nesse caso, poderia aprofundar-se a percepção de um Mercosul de fachada, com muita pompa e pouco peso", avaliou.

Especialistas afirmaram que a presença da Venezuela no bloco criará oportunidades, mas avisaram que, devido a sua postura política, Chávez apresentaria dificuldades para os governos da região.

"Do ponto de vista comercial e econômico, a Venezuela é um agregado positivo. Trata-se de um grande mercado para o qual se pode exportar mais", afirmou o ex-embaixador do Brasil em Washington Rubens Barbosa.

"Mas o problema que se cria é político porque Chávez é um presidente polêmico. Ele deve levar ao bloco uma série de assuntos que ninguém quer discutir, como as relações entre a Venezuela e os EUA", previu o ex-diplomata, hoje presidente da consultoria Rubens Barbosa e Associados, com sede em São Paulo.

Empresários venezuelanos criticaram o governo de Chávez devido ao ingresso no Mercosul, afirmando que o setor produtivo do país, com exceção das áreas de petróleo e alumínio, sofreria diante da competição das indústrias brasileiras, argentinas e, em alguns casos, uruguaias.

Ao assinar o pacto de ingresso no bloco, Chávez rompeu com a histórica resistência do empresariado venezuelano a uma associação com o Mercosul.

Segundo José Botafogo Gonçalves, ex-embaixador do Brasil na Argentina, a entrada da Venezuela incentivará as exportações do pólo industrial de Manaus, entre outros setores.

"Para o interesse do Brasil, do ponto de vista comercial e econômico, faz muito sentido que a Venezuela esteja presente no Mercosul. O norte brasileiro compra eletricidade produzida na Venezuela. E o pólo de Manaus poderá vender mais para a Venezuela, o Caribe e a região andina. Há uma complementaridade", acrescentou Botafogo, do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri).

No entanto, o ex-embaixador mostrou-se preocupado com a reverberação dentro do Mercosul das posturas políticas adotadas por Chávez.

"O grande ponto de interrogação gira em torno do comportamento político de Chávez. As dúvidas vêm daí, da obsessão de Chávez de organizar uma agenda latino-americana segundo a qual seria bom para a região opor-se aos EUA. Políticas negativistas não são suficientes para criar um clube capaz de gerar resultados."

Segundo Botafogo, no Mercosul, "apenas o presidente Chávez tentará criar um diálogo áspero com os EUA". "Isso não é algo que interesse aos demais integrantes do bloco", acrescentou.

O ex-embaixador disse ainda que a presença da Venezuela poderia complicar as negociações do bloco sul-americano com a União Européia (UE) e, eventualmente, com os EUA.

"Chávez pode opinar, interferir e criar obstáculos. Esse é o problema, a obstinação política de Chávez. O resto é perfeitamente compatível", concluiu Botafogo.

 

Israel advertiu os integrantes do grupo Hamas, clinic atualmente no comando do governo palestino, order que o "céu cairá sobre eles" se ferirem o soldado israelense capturado.

Os militantes que mantêm o israelense em seu poder deram um prazo, ambulance esgotado hoje, para que o Estado judaico libertasse prisioneiros palestinos sob pena de adotar medidas não especificadas.

Enquanto os tanques e soldados de Israel continuam a se concentrar na fronteira do norte da Faixa de Gaza para realizar uma eventual incursão armada no território, o primeiro-ministro do país, Ehud Olmert, disse que a campanha para libertar o cabo Gilad Shalit poderia se transformar em uma "longa guerra".

Três facções palestinas, entre as quais o braço armado do Hamas, abandonaram as negociações com mediadores egípcios que tentavam colocar fim ao impasse em torno de Shalit, disse um líder político do Hamas.

Israel rejeitou o ultimato que terminou às 6h (0h de terça em Brasília) e que foi fixado pelas facções. Os militantes exigem que Israel liberte mil prisioneiros em troca do cabo.

Mas o primeiro-ministro palestino, Ismail Haniyeh, do Hamas, pediu aos grupos que regressem à mesa de negociações, colocando-se em rota de colisão com os militantes, para os quais novas discussões a respeito do destino de Shalit estão fora de questão.
Haniyeh também pediu aos militantes que mantenham Shalit vivo. Israel deu indícios de que pode assassinar o premiê palestino.

As facções avisaram o governo israelense de que ele será "totalmente responsável pelas futuras conseqüências", caso a exigência de troca de prisioneiros não seja atendida.

Israel autorizou as Forças Armadas a lançarem uma ofensiva mais ampla no norte da Faixa de Gaza, apesar de não haver indícios sobre quando essa ação militar começaria, disse o jornal Maariv.

"Trata-se de uma guerra de longa duração", afirmou Olmert. "Precisamos ter muita paciência, algumas vezes um comedimento interminável. Temos de saber o momento certo de cerrar os dentes e desferir o golpe decisivo."

Os EUA pressionam Olmert a dar mostras de moderação e a adotar medidas para minimizar o número de vítimas entre os civis.

O Hamas acusou Israel de tentar depor seu governo de três meses, levado à beira do colapso financeiro pelo Estado judaico e por potências ocidentais devido ao corte no envio de ajuda.

Membros das forças de segurança palestinas disseram que Israel aumentou o número de veículos blindados estacionados na parte norte da fronteira da Faixa de Gaza, região da qual as forças israelenses se retiraram no ano passado.

Um pequeno contingente militar do Estado judaico avançou para dentro do norte da Faixa de Gaza em busca de explosivos e túneis. Mas o Exército disse que essa investida não era parte de uma incursão mais ampla.

Durante a noite, um ataque aéreo realizado por Israel na região matou um militante. O Estado judaico deu indícios de que pode assassinar líderes do Hamas se Shalit não for libertado.

"Quero deixar claro que nenhum deles estará imune", afirmou Olmert. O ministro israelense do Interior, Roni Bar-On, disse à Rádio Israel: "Os integrantes do Hamas sabem que o céu cairá sobre eles se ferirem Gilad Shalit".

Haniyeh reuniu-se, pela primeira vez desde que Israel bombardeou o gabinete dele, com o que sobrou de seu ministério hoje. O Estado judaico prendeu mais de um terço dos ministros palestinos, além de dezenas de parlamentares e autoridades da Cisjordânia ocupada.

O Hamas, que defende a destruição de Israel, não deseja ser humilhado ao libertar Shalit sem receber nada em troca. O governo israelense diz que não quer abrir um precedente capaz de incentivar os militantes a realizarem novas capturas.

Integrantes das forças de segurança do Estado judaico disseram que havia a possibilidade de realizar uma investida pontual para tentar resgatar Shalit, mas que tal operação seria arriscada em virtude do e maranhado de pequenas ruas que caracteriza as cidades da região. O último soldado levado por palestinos foi morto em uma tentativa malsucedida de resgate, em 1994.

 

Uma em cada três cidades francesas não tem um plano para lidar com um grande acidente nuclear e um número insuficiente de pessoas participa de exercícios de emergência, see disse hoje a autoridade nacional de segurança nuclear (ASN).

A França, approved com 58 reatores, é o segundo maior produtor de energia nuclear do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

"Cerca de um terço das cidades não tem planos de segurança nuclear", afirmou Marc Stoltz, vice-diretor da ASN responsável por situações de emergência.

"Estamos trabalhando para melhorar isso", informou ele. "No momento, cidades dentro de um raio de 10 quilômetros de uma unidade nuclear têm, definitivamente, um plano", declarou Stoltz em uma coletiva de imprensa.

A França organiza 15 exercícios nacionais por ano, cada um envolvendo cerca de 300 pessoas.

O chefe da ASN, André-Claude Lacoste, disse que precisava de mais participação da população e de ministros importantes.

Um avanço recente é a distribuição automática de cápsulas de iodo para populações que vivam em um raio de 10 quilômetros de uma unidade nuclear, para prevenir câncer na tireóide, afirmou Lacoste.

"Estamos fazendo grandes esforços para ter planos (de emergência) em funcionamento, mas eu absolutamente não posso garantir que tudo seja perfeito", acrescentou.

Ele disse que mais harmonização de regulamentações e planos com países vizinhos é uma tarefa que requer trabalho. "Mas há progresso na mentalidade das pessoas, no sentido de que agora elas aceitam a possibilidade de que um acidente pode ocorrer", completou Lacoste.

 






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