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Presidente de Fed defende outro <i>pacote de estímulo</i> fiscal

Arquivo Geral

20/10/2008 0h00

O presidente do Federal Reserve (Fed, more about banco central americano), viagra 60mg Ben Bernanke, disse hoje que é a favor de lançar outro pacote de estímulo fiscal como o que foi iniciado no primeiro semestre no valor de US$ 150 bilhões, para reativar a economia.

“Com a probabilidade de que a economia continue fraca por vários trimestres e certo risco de uma desaceleração prolongada, parece apropriado que o Congresso considere um pacote fiscal nesta conjuntura”, disse Bernanke ao Comitê de Orçamento da Câmara de Representantes (Câmara Baixa).

É a segunda vez este ano que o chefe do banco central americano aprovou um programa de estímulo fiscal em uma admissão, pouco comum, de que sua gestão da política monetária não foi suficiente para reativar a economia.

Em fevereiro, o Congresso aprovou um plano de estímulo fiscal que incluiu a devolução de US$ 600 a cerca de 130 milhões de contribuintes.

A maior parte desse reembolso foi distribuída entre maio e julho e teve pouco impacto na despesa dos consumidores, que nos EUA equivale a mais de dois terços da atividade econômica.

A maior parte dos contribuintes usou o dinheiro para abater as dívidas e fazer frente aos altos preços dos combustíveis.

Tudo isso ocorreu antes da restrição do crédito e das turbulências dos mercados financeiros, que motivaram um programa de auxílio no valor de US$ 700 bilhões aprovado pelo Congresso há quatro semanas.

Bernanke repetiu hoje os mesmos princípios gerais com os quais aprovou o auxílio fiscal de fevereiro e acrescentou que qualquer programa novo deveria ser planejado de modo que seja oportuno, temporário e focalizado “a melhorar o acesso ao crédito de parte de consumidores, compradores de imóveis, negócios e outros prestatários”.

Os democratas, que têm maioria no Senado e na Câmara de Representantes, já indicaram que estão a favor de um segundo plano de estímulo fiscal, que poderia ser aprovado na sessão do Congresso posterior às eleições presidenciais de 4 de novembro, ou quando a nova legislatura começar os trabalhos, em janeiro.

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