O principal suspeito de chefiar a quadrilha, um transexual brasileiro que se apresentava como “Mamma Luana”, foi detido em Roma, enquanto outros quatro foram detidos em Milão e um sexto continua foragido.
Os seis, todos brasileiros, são acusados de formação de quadrilha para prostituição e extorsão.
Após prometer de um futuro nos palcos italianos, de acordo com as investigações, eles obrigavam os jovens a se prostituir em Milão, assim como a pagar uma cota de entre 5 mil euros e 10 mil euros (entre US$ 6.250 e
Se algum se rebelava, os responsáveis da rede os espancavam, segundo o testemunho dos jovens que denunciaram sua situação à Polícia, dando respaldo à operação.