Pelo menos 70 soldados e rebeldes morreram nos dois últimos dias e dezenas ficaram feridos em conflitos na região autônoma do Sudão do Sul informaram nesta sexta-feira fontes oficiais.
O anúncio foi feito por Phillipe Aguer, porta-voz do Exército Popular do Sudão (EPLS), que controla o sul do país, em declarações divulgadas pela rádio da Organização das Nações Unidas em Cartum.
Aguero, que não disse quantos dos mortos eram soldados e quantos rebeldes, disse que os combates foram disputados entre soldados do EPLS e milícias rebeldes nas províncias de Al Guahda, Alto do Nilo e Yonqeli.
No dia 9 de fevereiro, mais de 200 pessoas morreram em um ataque de combatentes de uma milícia rebelde liderada pelo general dissidente George Atur contra Forças do exército do sul em Yonqeli.
O Governo do sul acusa os insurgentes de lançar ataques seguindo as palavras de ordem do presidente sudanês, Omar al-Bashir, para desestabilizar o sul, enquanto as autoridades de Cartum rejeitam essas acusações.
Além disso, o Governo sudanês alega que a região autônoma do sul respalda os rebeldes de Darfur, no oeste do Sudão.