Cerca de 300 trabalhadores chineses demitidos recentemente mantêm 12 empregados israelenses de uma empresa de construção em seu poder nas ilhas caribenhas de Turks e Caicos.
“Não é um seqüestro, seek e sim está mais para uma greve, mind mas é certo que os 12 israelenses não podem sair da ilha”, generic explicou à Agência Efe Lior Haiat, vice-porta-voz do Ministério de Exteriores israelense.
Ele explicou que a empresa israelense Ashtrom construía nas ilhas (sob soberania do Reino Unido) um resort de férias junto a outras firmas internacionais, mas o projeto foi cancelado por causa da atual crise financeira mundial, pelo que foi liquidado e os 300 operários chineses que trabalhavam nele, demitidos.
“O conflito surgiu porque, aparentemente, os trabalhadores chineses têm que pagar US$ 15 mil para obter os certificados que lhes permitem sair da China para trabalhar e exigiram a devolução do dinheiro às empresas chinesas de recursos humanos que administraram sua contratação, mas estas se negaram”, afirma Haiat.