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ONU está dividida sobre Coréia do Norte, dizem EUA

Por Arquivo Geral 04/10/2006 12h00

Bancários de 24 estados e do Distrito Federal prometem entrar em greve por tempo indeterminado a partir de amanhã, price see informou o coordenador do Comando Nacional de Greve da categoria, cheap Wagner Freitas.

A decisão foi tomada hoje, cheapest durante assembléia realizada em São Paulo. “Reivindicamos reposição salarial correspondente à inflação dos últimos 12 meses, mais 7,05% de aumento real, participação nos lucros da empresa e um R$ 1.500 de abono", disse Freitas, para quem "a proposta de repasse dos bancos é muito pequena neste ano”.

A última proposta feita pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) foi de reposição salarial da inflação do período (2,85%), um aumento da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) sobre 80% do salário, mais abonos de R$ 823, de imediato, e de R$ 759, fixo, desde que o banco atinja 20% do crescimento previsto para o período 2005/2006.

Essa proposta foi rejeitada ontem pelos bancários, durante reunião com a Fenaban.

Amanhã, segundo Freitas, os bancários deverão realizar manifestações "para exigir seus direitos". Ele também disse esperar que a Fenaban reabra as negociações com uma nova proposta.

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O Japão propôs na quarta-feira uma declaração do Conselho de Segurança alertando a Coréia do Norte sobre as conseqüências de um eventual teste nuclear, viagra mas o embaixador norte-americano na entidade, side effects John Bolton, viagra 40mg disse que há divisões, pois os norte-coreanos têm "protetores" entre os 15 países do Conselho.

O regime comunista de Pyongyang anunciou na terça-feira a intenção de realizar um teste de armas nucleares, dizendo-se forçado a isso pela "ameaça de guerra nuclear e sanções" dos EUA.

O embaixador japonês na ONU, Kenzo Oshima, que preside o Conselho de Segurança neste mês, buscou apoio dos outros 14 países para uma declaração ameaçando medidas não-especificadas caso a Coréia do Norte cumpra o que disse.

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A proposta japonesa diz que a Coréia do Norte deveria abandonar os programas de armas nucleares e voltar às negociações com China, Japão, Rússia, EUA e Coréia do Sul.

A Coréia do Norte abandonou essas negociações no ano passado, em protesto contra as restrições impostas pelos EUA a supostas atividades financeiras ilícitas do regime comunista.

Bolton disse que enquanto Japão, Grã-Bretanha e França defenderam uma resolução dura, ainda não se sabe "o que os protestos da Coréia do Norte no Conselho vão fazer".

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"A esta altura, acho que há divisão. Achamos que será muito importante que o Conselho fale muito firmemente, muito resolutamente a respeito disso, e que não seja só uma reação por reflexo com mais um pedaço de papel", afirmou o norte-americano. "Não tenho certeza de que todos no Conselho compartilhem essa opinião."

Em resposta, o embaixador chinês na ONU, Wang Guangya, disse: "Não tenho certeza sobre a que país ele está se referindo, mas acho que por mau comportamento ninguém neste mundo vai proteger [a Coréia do Norte]".

Durante uma consulta a portas fechadas, o embaixador russo na ONU, Anatoly Churkin, sugeriu que os EUA conversem com a Coréia do Norte como parte de uma proposta de Bolton para uma estratégia de longo prazo.

Bolton se opôs fortemente à idéia, segundo dois participantes do encontro. Washington tradicionalmente se recusa a conversar diretamente com a Coréia do Norte.

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"Não devemos procurar divisões onde não existem", disse Churkin a jornalistas. "Não é uma boa hora para fazer declarações precipitadas."

O chinês Wang disse que se houvesse menos desconfiança entre Washington e Pyongyang "certamente isso poderia levar a bons resultados".

Wang disse na terça e na quarta-feira que as negociações pluripartites, e não o Conselho de Segurança, deveria ser o melhor espaço para "tratar desta delicada questão". Segundo ele, todos os participantes concordam que a Coréia do Norte deveria voltar ao processo de diálogo.

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