Menu
Mundo

Netanyahu diz ter indicado Trump para Nobel da Paz

“Ele está forjando a paz enquanto falamos, em um país, em uma região após a outra”, disse Netanyahu durante um jantar com Trump na Casa Branca

Redação Jornal de Brasília

07/07/2025 21h17

us israel palestinians conflict diplomacy

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu (à direita), entrega uma carta ao presidente dos EUA, Donald Trump, durante encontro no Salão Azul da Casa Branca, em Washington, D.C., em 7 de julho de 2025. O primeiro-ministro Netanyahu se reunirá na segunda-feira com o presidente Trump, que expressou a esperança de um “acordo esta semana” entre Israel e o Hamas para a libertação de reféns da Faixa de Gaza. As negociações indiretas entre Israel e o Hamas começaram em 6 de julho em Doha, com o objetivo de mediar um cessar-fogo e chegar a um acordo sobre a libertação de reféns em troca de prisioneiros palestinos. (Foto de ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP)

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse nesta segunda-feira (7) que nomeou Donald Trump para o Nobel da Paz, e entregou ao presidente americano uma carta que enviou ao comitê desse prestigioso prêmio.

“Ele está forjando a paz enquanto falamos, em um país, em uma região após a outra”, disse Netanyahu durante um jantar com Trump na Casa Branca.

O magnata republicano recebeu ao longo dos anos diversas indicações ao Nobel da Paz por parte de apoiadores e legisladores leais, e não esconde sua irritação por não ter ganhado o reconhecimento.

O governante americano se queixou do fato de o Comitê Norueguês do Nobel ter ignorado seu papel de mediador nos conflitos entre Índia e Paquistão, bem como entre Sérvia e Kosovo.

Também reivindicou o mérito de “manter a paz” entre Egito e Etiópia e de ter negociado os Acordos de Abraão, uma série de acordos destinados a normalizar as relações entre Israel e diversos países árabes.

Trump se apresentou como um “pacificador” durante a campanha eleitoral, que utilizaria suas habilidades de negociação para pôr fim rapidamente às guerras em Ucrânia e Gaza, embora ambos os conflitos persistam depois de mais de cinco meses de mandato.

© Agence France-Presse

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado