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Mísseis da Coréia do Norte serão discutidos na cúpula do G8

Por Arquivo Geral 05/07/2006 12h00

A Justiça Federal de São Paulo acatou um pedido feito em 2001 pelo Ministério Público Federal (MPF) para que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) instale bloqueadores de celulares nos presídios de todo o país. A decisão em primeira instância da juíza Ritinha Stevenson, generic here da 20ª Vara Cível de São Paulo, foi publicada ontem no Diário Oficial da União.

A medida, no entanto, se aplica a apenas duas operadoras, que existiam há cinco anos, época do pedido do Ministério Público Federal: a Claro (antiga BCP) e a Vivo (antiga Telesp Celular). De acordo com a assessoria de imprensa do MPF, para que a decisão tenha validade a todas as operadoras de celular do país, é preciso que o Ministério Público Federal de cada estado entre com uma ação semelhante – listando as operadoras da região – e que a Justiça acate todos os pedidos.

A sentença diz que os testes para a instalação do sistema de bloqueio devem ser feitos em até 30 dias, a contar de ontem. A juíza determina que o bloqueio definitivo dos celulares seja feito no prazo de quatro meses, dando prioridade aos estados em que "a violência do crime organizado for mais notória". Para isso, a Anatel deverá mandar as próprias operadoras de telefonia celular fazerem o procedimento.

A assessoria de imprensa da Anatel afirmou não saber se a agência foi notificada oficialmente sobre a sentença e informou que não se pronuncia sobre decisões da Justiça. Em caso de descumprimento, a juíza fixa multa diária de R$ 5 mil a cada uma das rés no processo: a Anatel, a Claro e a Vivo.

Caso a agência decida recorrer, isso só poderá ser feito em segunda instância, por meio do Tribunal Regional Federal (TRF).

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Ontem, o Ministério Público Federal entrou com um recurso sobre um pedido feito nessa mesma ação, que não foi confirmado na sentença. O MPF solicita que, além de fazer o cadastramento de todos os usuários de telefone celular, as operadoras ofereçam às polícias e aos demais órgãos de segurança – sempre que solicitado – os dados cadastrais do titular da linha que está sendo investigada. Atualmente, essas informações só podem ser fornecidas após decisão judicial.

Chuvas de monção mataram 41 pessoas na Índia durante os últimos dois dias e continuam atrapalhando a vida do centro financeiro de Mumbai, buy informaram autoridades.

Pelo menos nove pessoas desapareceram por causa das inundações no Estado de Orissa, buy information pills na costa leste do país, unhealthy elevando a taxa de mortes ali e no Estado vizinho de Orissa para 33.

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As pesadas chuvas de monção também danificaram centenas de hectares de arrozais.

Deslizamentos de terra e inundações mataram oito pessoas nos Estados de Karnataka e Andhra Pradesh.

Em Mumbai, milhares de pessoas foram obrigadas a andar com a água pelos joelhos para chegar ao trabalho hoje. As chuvas inundaram casas e desorganizaram o sistemas rodoviário e ferroviário.

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Centenas de pessoas eram dadas como desaparecidas. "Com tantos desaparecidos, o número de mortos pode aumentar", disse Jagadananda Panda, um membro da equipe de resgate em Orissa.

A queda da pressão atmosférica na costa leste do país causou as fortes chuvas na região e reiniciou o período anual de monções indianas, que vai de junho a setembro.

Um porquinho com duas cabeças nasceu em uma fazenda no subúrbio de Liaocheng, cheap na província de Shandong, try no leste da China.

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Ele nasceu há alguns dias, porém somente hoje foi apresentado aos fotógrafos e cinegrafistas de todo o mundo.

 

Os testes de lançamento de mísseis da Coréia do Norte deverão ser discutidos pelos líderes do G8 (grupo dos sete países mais industrializados mais a Rússia) durante a cúpula na Rússia ainda este mês, side effects disse um assistente da Presidência russa hoje.

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"Sem dúvida…a Coréia do Norte será provavelmente discutida pelos líderes", sick disse à TV estatal russa Igor Shuvalov, a autoridade russa que está organizando a cúpula realizada pelo G8 entre 15 e 17 de julho, em São Petersburgo.






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Mísseis da Coréia do Norte serão discutidos na cúpula do G8

Por Arquivo Geral 05/07/2006 12h00

A estimativa para a safra brasileira de soja 2005/06 foi revisada para baixo, ailment prostate para 52, order 89 milhões de toneladas, ante 53,29 milhões na previsão do mês passado, informou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Mas a produção ainda será recorde, 3,4% maior que a da temporada passada, de 51,14 milhões de toneladas, que foi afetada pela seca.

Em um comunicado, o IBGE informou que a revisão para baixo se deveu a uma menor produção na região Centro-Oeste do país.

No início de junho, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reduziu sua projeção para a safra para 53,8 milhões de toneladas, ante 55,2 milhões em maio. A próxima estimativa da Conab está prevista para amanhã.

Analistas privados também têm reduzido suas previsões para a produção nacional devido a uma diminuição do plantio e nos gastos com sementes, fertilizantes e outros insumos.

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A demanda interna está sustentando o desempenho da indústria nacional este ano, medicine fato inédito desde 2002, revelaram dados divulgados hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os números mostram ainda aumento dos postos de trabalho, um indicador de confiança do empresário no crescimento sustentado da economia.

Para o economista da CNI Paulo Mol, de 2002 a 2005, as exportações foram "o grande motor da economia". "A novidade em 2006 é a demanda interna", disse o economista durante apresentação do desempenho da indústria em maio.

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As vendas reais da indústria, já descontados os efeitos sazonais, avançaram 0,73 por cento em maio sobre abril, e 4,55 por cento na comparação anual. No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, a alta foi de 1,59 por cento.

Para a CNI, entre as explicações para o desempenho das vendas em maio estão o aumento da massa salarial e as melhores condições de crédito, com juros em queda. O economista da entidade destacou o aumento do salário mínimo, de R$ 300 para R$ 350, que entrou em vigor em abril e foi recebido pelo trabalhador pela primeira vez em maio.
O uso da capacidade instalada subiu para 81,3 por cento em maio, contra 81 por cento em abril. Esse indicador está 2,5 pontos percentuais abaixo do valor recorde da série, e a CNI acredita que os riscos de gargalos ao aumento da produção em 2006 parecem remotos.

Ainda segundo a CNI, os estoques encontram-se mais próximos dos níveis desejados, o que significa que a indústria terá que produzir para atender ao aumento da demanda. O gerente-executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, prevê continuidade do crescimento em patamar moderado, apesar de não ser "nenhum desempenho asiático".

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As horas trabalhadas em maio cresceram 1,19 por cento ante abril, e registraram aumento de 2,62 por cento na compara ção anual. O número de empregados na indústria cresceu 0,46 por cento no mês e 1,14 por cento em relação ao registrado em maio de 2005.

 

O candidato do PSDB à Presidência, buy information pills Geraldo Alckmin, order informou hoje que o limite de gastos de sua campanha eleitoral é de R$ 85 milhões.

"Isto é uma previsão para duas eleições, primeiro e segundo turnos. Isto é o teto, certamente o gasto será bem menor e a arrecadação será bem menor", disse Alckmin a jornalistas após participar de reunião do conselho político de campanha.

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Mais cedo, o PT divulgou que a tentativa de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá o teto de gastos de R$ 89 milhões.

Alckmin teve o cuidado de afirmar que o valor corresponde apenas a uma estimativa para "não ter problema" no futuro. "Faremos uma campanha com o menor gasto possível, e rigorosamente cumprindo a legislação", disse. A campanha terá um comitê financeiro composto pelo jurista Miguel Reali Jr. e pelo vereador José Anibal.

 

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O embaixador da Rússia na ONU pediu cautela hoje na resposta aos mísseis lançados pela Coréia do Norte e disse que ele apóia uma declaração presidencial, this site que seria mais branda do que a resolução preliminar do Japão.

O embaixador Vitali Churkin disse a repórteres, depois de uma reunião do Conselho de Segurança, que ele é favorável a uma reação forte, mas se opõe a sanções e disse que o órgão com 15 membros deve considerar uma declaração. A China tem uma posição similar.

O Japão preparou um esboço de resolução, apoiada pelos EUA, Grã-Bretanha e França, pedindo que as nações retenham toda a verba, bens e tecnologia que poderiam ser usados no programa de mísseis da Coréia do Norte. A medida vai ser discutida por diplomatas ainda hoje.

 

O Japão, link os EUA e a Grã-Bretanha finalizaram hoje um projeto de resolução a ser votada pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) par a suspender o envio de dinheiro, visit tecnologia e produtos capazes de serem usados pela Coréia do Norte em seu programa de mísseis.

O projeto, salve elaborado pelos japoneses e que ainda pode ser alterado, também condena o teste com vários mísseis realizado pelos norte-coreanos e pede à Coréia do Norte que regresse ao processo de negociações sobre seu programa nuclear e que envolve seis países.

Nenhuma votação deve ser realizada hoje, dia em que o Conselho de Segurança se reúne a portas fechadas para discutir o projeto.

A Coréia do Norte lançou vários mísseis na madrugada da quarta-feira (horário local), entre os quais um de longo alcance que seria capaz de atingir o Alasca, alimentando as tensões no norte da Ásia e provocando críticas vindas de todo o mundo.

O documento exige que o país asiático "interrompa imediatamente o desenvolvimento, os testes e a prolifera ção de mísseis balísticos" e reafirma uma moratória anterior no lançamento de mísseis aceita pela Coréia do Norte em 1999.

A nova resolução impediria a "transferência de recursos financeiros, itens, materiais, produtos e tecnologia para fins que poderiam contribuir com os programas de mísseis e de outras armas de destruição em massa (da Coréia do Norte)". "Essa é, obviamente, uma questão muito séria por causa da provocação norte-coreana", afirmou o embaixador dos EUA junto à ONU, John Bolton, antes da reunião do Conselho de Segurança.

Segundo Bolton, há esperanças de que o órgão enviará uma mensagem ao governo da Coréia do Norte, deixando claro que "esse tipo de comportamento é inaceitável".

Mas o embaixador da China junto à ONU, Wang Guangya, mostrou-se mais cauteloso. "A comunidade internacional defende a postura de que as ações tomadas precisam ser construtivas no sentido de manter a paz naquela parte do mundo", afirmou. "Se todos os membros do Conselho sentirem que algum tipo de ação apropriada é necessário, então vamos discutir isso", disse Wang. "Mas, certamente, o que aconteceu foi lamentável."

A Rússia já manifestou ser favorável a uma declaração presidencial, que seria mais branda do que a resolução japonesa.

 

Os testes de lançamento de mísseis da Coréia do Norte deverão ser discutidos pelos líderes do G8 (grupo dos sete países mais industrializados mais a Rússia) durante a cúpula na Rússia ainda este mês, information pills disse hoje um assistente da Presidência russa.

"Sem dúvida, viagra sale a Coréia do Norte será provavelmente discutida pelos líderes", disse à TV estatal russa Igor Shuvalov, a autoridade russa que está organizando a cúpula realizada pelo G8 entre 15 e 17 de julho, em São Petersburgo.

 






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