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México registra segunda-feira mais violenta do ano, com 58 mortes

Arquivo Geral

04/11/2008 0h00

 A última segunda-feira foi o dia mais violento em 2008 no México, doctor após o registro de 58 mortes vinculadas ao crime organizado, medications sete delas de policiais, viagra buy publicou hoje a imprensa mexicana.

Este número supera em 17 homicídios a marca batida em 12 de setembro, quando 24 corpos apareceram em uma zona divisória da Cidade do México e em todo o país foram contabilizadas 41 mortes violentas, segundo o registro extra-oficial feito pelo jornal “El Universal”.

Os principais palcos dos crimes de segunda-feira foram as cidades de Culiacán, Tijuana e Ciudad Juárez, todas elas caracterizadas por uma forte presença dos cartéis de drogas, assim como a região ao redor da capital.

No estado de Sinaloa, no noroeste do país, do qual Culiacán é a capital, choques entre quadrilhas rivais de traficantes deixaram 19 mortos, entre os quais se encontravam dois adolescentes que morreram carbonizados.

Um armazém de frutas e verduras de Tijuana, fronteiriça com San Diego (Estados Unidos), foi palco da morte de seis pessoas devido a tiroteios.

O mesmo número de homicídios foi registrado em Ciudad Juárez, divisa da americana El Paso.

Também houve mortes violentas na cidade de Nogales, próxima à americana Tucson, e nas localidades de Guadalajara, Toluca, Uriangato, Celaya e outros núcleos populacionais do centro do país.

Com as sete mortes de policiais de segunda-feira, o número de membros das forças de segurança assassinados por cartéis de drogas chega a 88 entre outubro e os quatro dias de novembro, de acordo com outros dados extra-oficiais publicados pelo jornal “Milenio”.

As mortes mais destacadas desta segunda-feira foram a de Néstor Peña, comandante da Polícia ministerial, e a do chefe regional desta mesma corporação em Uriangato, no estado de Michoacán, Salvador Vargas.

Com as 58 novas mortes, o número de mortos relacionados com o tráfico de drogas chega a 4.325 este ano, de acordo com o “El Universal”.

As autoridades mexicanas não costumam dar números sobre esses assassinatos e a última vez que fizeram isso foi para informar que o número de vítimas em 2008 foi de 2.700.

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