As autoridades mexicanas já identificaram 14 supostos responsáveis pelo massacre de 72 imigrantes no estado de Tamaulipas, no norte do México, afirmou hoje o porta-voz nacional de segurança, Alejandro Poiré.
Em entrevista coletiva, o funcionário assegurou que as 14 pessoas estão “em princípio identificadas”, e precisou que seis delas já morreram.
Três dos supostos criminosos morreram em um confronto com soldados no dia 24 de agosto no estado de Tamaulipas.
Além disso, no dia 30 de agosto, três acusados foram “encontrados mortos em uma estrada próxima ao local” onde ocorreu o massacre, e foram identificados por um dos sobreviventes.
A eles é preciso somar um jovem que foi detido no dia do crime e sete que foram capturados “posteriormente”, assinalou Poiré.
O funcionário manifestou que, até o momento, “não houve avanço na identificação de novos corpos” de mais imigrantes do grupo de 72 assassinados.
Poiré disse que as autoridades mexicanas enviaram impressões digitais e dados de identificação a vários países da América Latina “no caso de encontrarem em seus próprios registros elementos de identificação”.
Por enquanto, foi confirmado que entre as vítimas havia cidadãos do Equador, Guatemala, El Salvador, Honduras e Brasil.
Além disso, as autoridades confirmaram que há dois sobreviventes, um equatoriano e um hondurenho.